domingo, 16 de julho de 2017

Rei da grama, gênio das quadras

Roger Federer. Difícil não começar o texto com o nome desse, que é o maior jogador da história do tênis masculino. O suíço atropelou Marin Cilic na final de Wimbledon, faturou seu oitavo título no torneio, deixou pra trás Pete Sampras e William Renshaw, e é o recordista de títulos no All England Club. Mas não foi só um título, não foi só o recorde de títulos, Roger conquistou "o título".

O maior da história jogou sete partidas nas gramas londrinas, venceu todas, óbvio, mas venceu também todos os sets disputados. Foram 21 em sequencia. Em poucos momentos se sentiu ameaçado nas partidas. Passou por Dolgopolov, Lajovic, Misha Zverev, Dimitrov, que vem fazendo ótima temporada, Raonic, Berdych e Cilic. A final foi um passeio. Não foi quebrado, destruiu o croata.

O único até hoje a vencer Wimbledon dessa forma havia sido Bjorn Borg em 1976. Federer não vencia um Grand Slam sem perder sets desde o Australian Open de 2007. E justo no ano que Roger parecia iniciar sem objetivos.

Quando a temporada iniciou, não sabíamos o que esperar do suíço. Em sete meses de disputa, dois Grand Slams conquistados - lembrando que ele só jogou os dois, não esteve em Roland Garros - e a vaga garantida no Finals do fim do ano, e o que eu achava ser a última temporada do gênio, parece ser apenas um recomeço para mais e mais recordes.

Só posso agradecer por ter o privilégio de ver esse fenômeno em quadra.

Obrigado, Rei da Grama.

Obrigado, Gênio das Quadras.

Fui!
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