quinta-feira, 13 de julho de 2017

Forasteiros

Fala galera! O Brasil foi derrotado pela França na madrugada de sábado para domingo (obrigado por esse horário, Rede Globo) na decisão da Liga Mundial de Vôlei Masculino. A partida foi realizada em Curitiba, sede da fase final da competição.

Jogando em casa o Brasil sonhava com o decacampeonato, mas o que poucos podiam imaginar é que o fato de jogar em casa, não é nada significativo na Liga Mundial.


A edição de 2017 foi a 28ª disputada, a primeira foi no Japão, em 1990, e a Itália de Zorzi e Tofoli faturou. Nos dois anos seguintes a competição foi na Bota, a primeira em Milão, a segunda em Gênova, e a Azzurra faturou o tri, sendo a primeira seleção a vencer em casa.

O ano de 1993 marcou a primeira edição realizada no Brasil, em São Paulo, e a atual campeã olímpica venceu com sobras a Rússia na decisão, e quebrou a hegemonia. No ano seguinte a competição voltaria a ser disputada na Itália, e os donos da casa venceram novamente.

E esse fato só voltaria a acontecer mais uma vez em toda a história da competição. Foi no ano de 1996, quando Roterdã sediou a fase final e a Holanda garantiu seu único título da competição. Sendo assim, em 28 edições disputadas, apenas em cinco ocasiões a campeã foi a seleção que sediou a fase final, apenas em 91, 92 e 94 (Itália), 93 (Brasil) e 96 (Holanda).

O Brasil sediou sua sexta edição em 2017, venceu só a primeira, é o país que mais vezes sediou a competição ao lado da Itália. A Polônia vem logo atrás com quatro edições. Com o título francês, chegamos a 21 anos sem um título do país-sede, um tabu longo, que já deixa o anfitrião de 2018 com uma pressão extra.

Fui!
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