quarta-feira, 19 de julho de 2017

Fabrízio Ravanelli

Fala galera! Hoje voltamos com a série Grandes Jogadores do Folclore Popular falando do atacante de cabelo branco que não era veterano e fazia muitos gols nos gramados italianos. Pra quem viveu a década de 90, impossível não se lembrar de Fabrízio Ravanelli.

O atacante grandalhão começou a carreira no Perugia, passou ainda por Avellino, Casertana e Reggiana, mas ganhou destaque mesmo quando chegou na Juventus de Turim, em 1992. Logo de cara faturou a Copa da Uefa, em 1993. Em Turim fez dupla de ataque com Vialli e Baggio, e faturou na temporada 1994/1995 o Campeonato Italiano, a Copa da Itália e a Supercopa Italiana. No ano seguinte fez o gol bianconeri da decisão da Liga dos Campeões, garantindo a Vecchia Signora na decisão do Mundial contra o River Plate, mas após o título Europeu, Ravanelli fechou contrato com o MIddlesbrough da Inglaterra, que subira pra Premier League no ano anterior e tentava montar um time de ponta.

Na Inglaterra ele fez jus à contratação, anotou 16 gols em sua primeira temporada formando dupla de ataque com Juninho Paulista. No ataque tudo funcionou muito bem, a equipe teve o 6º melhor ataque da Liga, mas a defesa foi um fiasco, terminando como a equipe mais vazada e com um rebaixamento na conta, o que facilitou a saída das principais estrelas da equipe, inclusive Fabrízio, que foi para a França defender o Olympique de Marselha.

Em três temporadas no futebol francês ele continuou marcando, foi presença constante na seleção italiana, pela qual já havia disputado a Eurocopa de 1996, mas seu desejo era retornar à bota, o que aconteceu no início de 2000, quando a Lazio o contratou e faturou a tríplice coroa italiana, feito que Ravanelli já havia conquistado na Juve.

Dali em diante o fim de carreira estava próximo, ele ainda passou pelo Derby County (Inglaterra) e o Dundee (Escócia) antes de retornar para seu clube de origem, o Perugia, encerrando sua trajetória com 190 gols marcados em 522 partidas, média de 0,36 gols por jogo.

Após pendurar as chuteiras chegou a tentar a sorte como treinador no Ajaccio da França, mas não teve sucesso. Ao contrário de sua presença no game International Supertar Soccer do Super Nintendo, que a galerinha com mais de 30 anos nunca esquecerá. No jogo ele era Carboni, atacante de cabelos brancos da Azzurra. Na ocasião a Konami não tinha a licença oficial para usar o nome dos jogadores, daí essa outra alcunha. Como se Ravanelli precisasse de identificação nominal...


Fui!
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