sexta-feira, 14 de abril de 2017

Uma nova geração veloz

Fala galera! A temporada do automobilismo mundial começou e mais uma vez o Brasil não tem representantes à altura para a conquista de títulos, como era praxe até alguns anos atrás. Desde o caneco de Tony Kanaan em 2004, quando faturou a Fórmula Indy, os melhores resultados de pilotos tupiniquins nas pistas pelo mundo foram os vices de Massa (na Fórmula 1), dos próprio Tony (no ano seguinte ao título) e de Helinho (na Indy).

Sette Câmara e Pietro
Na Fórmula 1 temos Massa "cumprindo tabela", na Indy Helinho é o único que tem chances de vencer, mas dificilmente disputará o título. Kanaan então nem se fala... talvez nem brigará por pódios na temporada. Se considerarmos que a promissora Fórmula E está no hall das maiores do mundo, aí muda um pouco de figura, mas os pilotos que lá estão são "rodados", não temos revelações.

E justamente quando falamos de revelações que a esperança se renova. Depois de Felipe Nasr, que tem um potencial absurdo mas não conseguiu emplacar como gostaríamos, nos resta apostar em dois nomes que vem conquistando resultados expressivos até então: Pietro Fittipaldi e Sérgio Sette Câmara.

Pietro é neto de Emerson Fittipaldi, tem o apoio da mídia por consequência, mas aos 20 anos parece optar por caminhos mais longos para chegar até a Fórmula 1, está na Fórmula V8 e corre pela Lotus, o que se torna a única vantagem da escolha. Com o avô sendo um dos grandes nomes da história da Indy, as chances por lá são maiores no futuro.

Já o mineiro Sette Câmara assinou com a equipe MP Motorsport, equipe média da F2, antiga GP2, o último degrau antes da Fórmula 1. A intenção é fazer uma temporada satisfatória para que em 2018 tenha a chance em uma boa equipe de disputar o título da categoria e se credenciar a uma vaga interessante na F1.

Sérgio já testou pela Toro Rosso, está no radar da categoria, e foi terceiro colocado na tradicional etapa de Macau da F3. Ele também chegou ao pódio do Masters of Fórmula 3 no ano passado.

Minha torcida é para que ao menos um deles, nos faça acordar aos domingos pela manhã para torcer, e não apenas para preparar o almoço.

Fui!
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Um comentário:

  1. Apesar de qualquer esporte automobilístico ser caro, apenas dois representantes, com o tamanho do nosso país, é muito pouco.

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