segunda-feira, 11 de julho de 2016

Portugal faz história

Lisboa, 4 de julho de 2004. A seleção portuguesa comandada por Luiz Felipe Scolari chega a decisão de Eurocopa pela primeira vez. No elenco os lusos contavam com Luis Figo, Ricardo Carvalho, Maniche, Deco, Pauleta, Rui Costa, Nuno Gomes e um jovem de 19 anos, um tal de Cristiano Ronaldo. Do outro lado do campo a Grécia de Charisteas, que chegou até a final aos trancos e barrancos, jogando um futebol feio mas eficiente

Na abertura da competição os dois haviam se enfrentado no Estádio do Dragão, na ocasião a Grécia venceu por 2x1. Na final, apesar da grande expectativa pelo primeiro título profissional de nossos patrícios, a frustração foi enorme. Quase 63 mil pessoas viram o camisa 9 grego dar o título aos visitantes.

Exatos 12 anos e 6 dias depois, já sem uma seleção competitiva, os portugueses vão, assim como a Grécia de 2004, aos trancos e barrancos para a final da Euro. Dessa vez fora de casa, contra os donos da casa, a França, que buscava seu terceiro título da competição.

Os Bleus chegaram ao jogo decisivo com cinco vitórias e um empate, enquanto que os portugueses empataram quatro e só venceram duas. Ambos invictos. E a única esperança de Portugal era aquele jovem que em 2004 tinha apenas 19 anos, Cristiano Ronaldo, mas uma ironia do destino tirou o melhor jogador do mundo de campo com apenas 25 minutos, após pancada que levou de Payet.

Mas assim como em 2004, o favorito não foi capaz de aguentar os visitantes, e com atuação impecável de Pepe (candidatíssimo a vilão da partida), Portugal fez 1x0 com Éder e garantiu seu primeiro troféu da história, taça que dá a CR7 o troféu de melhor do mundo novamente (ou alguém duvida que ganhando a Liga dos Campeões e a Eurocopa no mesmo ano ele perderá esse título?).

Um prêmio aos nossos descobridores, que no momento que o Brasil se perde no futebol, eles se acham.

Fui!
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Um comentário:

  1. Luiz Paulo Knop,

    Um título não justo, mas de certo merecido. A saída de CR7 creio eu que até ajudou, já que Portugal começou a jogar em equipe, e não em função de um homem só. E Éder entrou para se consagrar, um jogador desacreditado que virou heroi.

    Abraços.
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