quarta-feira, 20 de julho de 2016

Derrota na hora certa!?!?

Há tempos que não via a Seleção Masculina de Vôlei do Brasil ser atropelado como foi na final da edição deste ano da Liga Mundial. Atropelado como se a seleção fosse um timeco da fase preliminar. A Sérvia "passou o rolo compressor" sem dó nem piedade e impôs mais um ano no jejum da seleção brasileira que desde 2010 não conquista a Liga.

No jogo o Brasil abusou dos erros e parecia desconcentrado e pensando longe. A Servia que nada tem com isso, impôs seu jogo e mostrou que será adversário duro nas olimpíadas, apesar do Brasil ter jogado abaixo do esperado e não ter sido um adversário que exigisse muito. Se o Brasil tivesse um pouco mais ligado no jogo a diferença não seria tão grande, e até o resultado poderia ser outro. Fato é que os sérvios foram melhores e levaram o caneco.


A grande vantagem é que comprovadamente a seleção de vôlei tem um líder como técnico e pelo menos dentro das quadras essa liderança é incontestável há muito tempo. O líder que o Bernardinho é, faz e sempre fez diferença e isso é que nos dá a tranquilidade, mesmo o resultado sendo tão preocupante as vésperas das Olimpíadas. E para nós este ano, o que nos interessa mesmo são os jogos olímpicos.


A derrota tão avassaladora na final do campeonato tem um grande ponto positivo que poderá nos valer a medalha de ouro em casa. As vitórias as vezes escondem nossas fraquezas, e o maior exemplo e mais óbvio, é a seleção brasileira de futebol que levou a Copa das Confederações as vésperas da Copa do Mundo e deu no que deu. Como disse anteriormente, a diferença é que no vôlei temos comando dentro das quatros linhas e o time é bem treinado. A maior diferença mesmo: no vôlei somos treinados.


No comando da confederação de vôlei as mazelas são as mesmas da do futebol e os resultados nas quadras tanto no masculino quanto no feminino, acabam por mascarar a má administração para ser "light". Mas as vésperas do desafio que teremos a frente, não dá para querer mudar tudo e temos que focar mesmo é no resultado. Não dá para ser diferente agora. Tomara que independente do resultado, e que seja o melhor possível, o legado maior seja a mudança em toda a administração de todos os esportes olímpicos no país. No mais, é torcer por todos os resultados de ouro possíveis e imagináveis, Depois a gente vê o que faz com essa "cambada" que domina os esportes no Brasil... e vida que segue.


Diego Ribas
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