segunda-feira, 2 de maio de 2016

Enfraquecendo o inimigo

Fala galera! Desde o início dos anos 60 que o Bayern de Munique é a principal equipe da Alemanha. Foram 24 títulos de 1969 pra cá (o 25º deve sair no próximo fim de semana) e os rivais se revezam na tentativa de quebrar a hegemonia. Nos últimos anos quem aparece nessa dobradinha é o Borussia Dortmund, que faturou a Bundesliga em 2011 e 2012.

Mas por que todos revezam, menos os Bávaros, que sempre estão entre os primeiros? A resposta não é difícil de encontrar. Tudo passar por uma boa gestão, patrocínios fortes, tradição, e o principal, inteligência para contratar. A mecânica do Bayern é simples. Basta um jogador se destacar no seu principal rival que ele vai lá e compra - ou pelo menos tenta comprar.

Os casos mais recentes são o de Gotze, que anunciou antes da decisão da Liga dos Campeões de 2012/2013 que estava de partida para Munique; o artilheiro Lewandowski, que um ano depois foi quebrar recordes no clube da camisa vermelha; e agora Hummels, o capitão do Borussia que anunciou seu desejo de retornar ao time da capital da Baviera, onde jogou nas divisões de base. É o terceiro destaque que faz a ponte entre Dortmund e Munique em três anos. Enfraquecendo o Borussia e fortalecendo muito o Bayern.

E esse padrão não é recente. Neuer veio do Schalke, assim como Rafinha - passou uma temporada na Itália antes de chegar ao Bayern. O time vinha de três vice-campeonatos em seis anos, ou seja, era uma ameaça real.

Com poderio econômico, com torcida, com estrutura, e com inteligência, o Bayern de Munique se consolida como uma potencia inatingível na Alemanha, e se firma como um dos quatro maiores da Europa.

Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos, agora sob o comando de Carlo Ancelloti, que substituirá Guardiola no comando da equipe na próxima temporada.

Fui!
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