terça-feira, 26 de abril de 2016

A bandeira do time do Bandeira

Fala galera! No último domingo aconteceram as semifinais do Carioca 2016, no jogo das 16 horas o Vasco bateu o Flamengo por 2x0, em Manaus, enquanto que às 19 horas deu Fogão com gol de Ribamar frente ao Flu.

E se o pós-jogo era pra ser de festa para os vencedores e explicação e tristeza para os perdedores, não foi bem assim. Ao invés do jogo, só se fala da entrada em campo dos jogadores do Flamengo. Confesso que só fui ver no dia seguinte à partida, pois não vi o primeiro tempo, e como rubro-negro, fiquei com a cara rubra...

A quebra de protocolo na tentativa de amedrontar o adversário deixou uma interrogação sobre o foco da equipe. Não surtiu efeito algum, pelo contrário, gerou insatisfação para muitos rubro-negros Brasil afora. Mais do que isso, gerou insatisfação para as várias crianças (e os pais delas) que aguardavam ansiosamente pela entrada dos jogadores, crianças que entrariam de mãos dadas, assim como aconteceu com o Vasco.

“Marcar território” representou a vergonha da Nação, virou a imagem de mais uma eliminação, mostrou que esse time não tem perfil vencedor, não tem entrega em campo, a “geração mimada com wi-fi”, como costumo dizer, fez história ontem, ficarão marcados pela derrota. Falo como o Luiz Paulo, apaixonado pelo Flamengo, sócio-torcedor, pai do Arthur, cujo nome foi dado em homenagem ao Zico, não falo como o criador do Resenha Esportiva.

Se vocês, jogadores, não vão honrar o Manto, nós honraremos por vocês na arquibancada, mas saibam que ninguém passa em branco pela Gávea, seja pro lado do bem ou pro lado do mal, basta a vocês escolherem um lado agora. E a você, Eduardo Bandeira de Mello, o melhor presidente da história do Clube de Regatas do Flamengo, exigimos apenas uma postura de cobrança com esses caras, nada mais do que isso.


Fui!
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