quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Top 5 - Os melhores sem título da F1

Fala galera! Normalmente nos finais de ano ou de temporada, é comum fazermos uma retrospectiva sobre fatos que marcaram aquele período. Conversando com amigos sobre o título de Lewis Hamilton, começamos a montar um top 5 com os melhores pilotos da história da Fórmula 1, assunto mais do que polêmico, como todas as listas que existem.

Talvez tenhamos uma infinidade de nomes para constar nessa relação, no topo temos Alain Prost, Ayrton Senna, Michael Schumacher, Sebastian Vettel... qualquer um deles poderia ser considerado o melhor. Além disso temos o próprio Lewis Hamilton, temos Jackie Stewart, Niki Lauda, Nelson Piquet, são muitos...

Mas e se formos pegar os cinco maiores pilotos da história da Fórmula 1 que não chegaram ao título mundial? Quem vocês escolheriam? Eu e mais nove amigos (Bruno Guedes, Carlos Bazaga, Douglas Rocha, Dudu Fabri, Luiz Felipe Furtado, Pablo Cunha, Sérgio Cerqueira, Thiago Senra e Tiago Domingos) fizemos essa brincadeira. Pedi para que cada um deles indicasse os três maiores pilotos da história da F1 que não conquistaram título, eu fiz o mesmo. Cada um teve o seu critério, sua época, sua história, e o resultado vocês conferem agora.

5º - Gerhard Berger (Wörgl – Áustria)
Muito conhecido no Brasil por ser o fiel escudeiro de Ayrton Senna, o austríaco disputou 14 temporadas por cinco equipes diferentes (ATS, Arrows, Benneton, Ferrari e McLaren). Alcançou a terceira colocação nos Mundiais de 88 e de 94. Ao todo foram 211 provas, 10 vitórias, 48 pódios, 12 poles e 21 voltas mais rápidas. Berger correu entre os anos de 84 e 97.

Moss, Berger, Coulthard e Villeneuve
4º - Stirling Moss (Londres – Inglaterra)
O pecado do britânico foi ter nascido na mesma época de Juan Manuel Fangio, Mike Hawthorn e Jack Brabham. Graças a isso ele conquistou quatro vice-campeonatos e chegou três vezes na terceira colocação do Mundial. Isso em apenas 11 temporadas disputadas entre os anos de 1951 e 1961. Correu em 10 equipes (HWM, ERA, Connaught, Cooper, Maserati, Mercedes, Vanwall, BRM, Lotus e Fergunson). Ao todo foram 68 provas, 16 vitórias, 24 pódios, 16 poles e 19 voltas mais rápidas.


3º - David Coulthard (Twynholm – Escócia)
A estreia do escocês está diretamente ligada ao Brasil. Coulthard era piloto de testes da Williams em 94 e virou piloto titular após a morte de Ayrton Senna. Nas 15 temporadas que disputou, entre 1994 e 2008, ele competiu por apenas três equipes: Williams, McLaren e Red Bull. Foi vice-campeão na temporada de 2001, perdendo apenas para Michael Schumacher. Ao todo foram 247 provas, 13 vitórias, 62 pódios, 12 poles e 18 voltas mais rápidas.

2º - Gilles Villeneuve (Saint-Jean-sur-Richelieu – Canadá)
Dos cinco eleitos em nosso Top 5, é o único que não está mais entre nós. O pai de Jacques Villeneuve foi um dos pilotos mais audaciosos da história, com certeza. Faleceu na pista, durante o GP da Bélgica de 1982, em Zolder. Durante o treino de classificação, Villeneuve tentava bater o tempo de Didier Pironi e acabou decolando na pista, após tocar rodas com a March de Jochen Mass, que retornava para os boxes. Sua Ferrari se despedaçou e o corpo do piloto foi arremessado. Já saiu da pista sem vida. Nas seis temporadas que disputou, correu na McLaren (uma prova apenas) e na Ferrari. Foi vice-campeão em 1979, perdendo o campeonato para Jody Scheckter. Foram 68 provas, 6 vitórias, 13 pódios, 2 poles e 8 voltas mais rápidas. Com esse retrospecto alguém duvida que ele seria campeão um dia?

Rubinho, enfim o reconhecimento?
1º - Rubens Barrichello (São Paulo – Brasil)
Rubinho é o recordista de provas disputadas, um total de 326. É o piloto certo, na equipe certa, na hora errada. Ser companheiro de Schumacher e sucessor de Ayrton Senna pesou, mas o Resenha Esportiva, através do nosso colégio eleitoral, consagrou o brasileiro. Em suas 20 temporadas disputadas, correu por seis equipes: Jordan, Stewart, Ferrari, Honda, Brawn e Williams. Foram 11 vitórias, 68 pódios, 14 poles e 17 voltas mais rápidas. Foi vice-campeão do mundo em 2002 e 2004, perdendo para o título para o alemão.

Como todas as listas, esta não ficará sem polêmicas. Concorda com a nossa relação? Faça a sua nos comentários!


Fui!
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