quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Eternos heróis

Ser ou não ser Senna: eis a questão
Não creio que vou ser exagerado se eu disser que você tem um ídolo esportivo desde a sua infância. Aliás, fase boa é a infância, quando aprendemos que existem heróis, sejam eles oriundos de quadrinhos ou da vida real. O fato é que esses ícones nos levam a sonhar. Sonhamos com seus feitos, sonhamos em ser seus auxiliares e, por fim, sonhamos em ser como eles.

O que seria de nós sem essas referências? Elas nos levam a objetivos que vão além do ponto em que nos encontramos. Esses heróis nos motivam a dar um passo a mais, nos motivam a um esforço extra, a correr um pouco mais...

Mas, e quando alcançamos os feitos desse nosso herói? Nos tornamos heróis também, certo? Isso significa que ficamos acima daqueles que um dia consideramos inalcançáveis, percebemos que tudo o que foi conquistado antes não passou de feitos que agora somos capazes de realizar da mesma forma ou até melhor. Não seria isso?

Não, não seria! E eu lhes digo isso sem medo de errar, meus amigos. Digo porque no último domingo vi com meus próprios olhos o que Lewis Hamilton foi capaz de fazer. Fã declarado e incondicional de Ayrton Senna, o desejo do inglês após conquistar o tricampeonato foi justamente homenagear aquele que foi o mentor, mesmo que através de histórias, de todo o objetivo que sempre buscou na vida.

Ao igualar os feitos do brasileiro, Hamilton não se deteve apenas na colheita dos louros que merecidamente conquistou, Lembrou-se de quem, mesmo ausente, se mostrou presente o tempo todo ao longo de todos esses anos.
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