quinta-feira, 19 de março de 2015

Compra-se grama

Fala galera! Visando uma melhor segurança e o conforto dos torcedores, de uns anos pra cá algumas regras foram instituídas na hora de fazer a liberação dos estádios para eventos esportivos. Hoje são necessários vários laudos do corpo de bombeiros, polícia, até mesmo de engenheiros responsáveis pela estrutura do estádio. Também precisa de um plano de fuga em caso de problemas assim como um projeto de fluxo de trânsito na região. Sem essa documentação, só jogos sem a presença de torcida.

Tudo isso é válido, as vezes há um excesso, é verdade, mas realmente visa privilegiar o espectador. Porém temos que admitir que mesmo com todos esses laudos ainda temos muitos problemas, com o trânsito então nem se fala, é um caos na maioria dos estádios, e nada disso garante um espetáculo de qualidade.

Prova disso é que um fator preponderante não está nos critérios de avaliação das praças, talvez um que deveria ser o principal, o primeiro da lista, e que é totalmente ignorado: a qualidade do gramado.

De que adianta ter a certeza que o trânsito fluirá com tranquilidade, que a cadeira é acolchoada, que o hot dog vem com catchup, que a cobertura não vai cair, se na hora que o jogo começa a bola não rola?

E assim está sendo em muitos dos campeonatos estaduais pelo país, basta ligar a tv ou abrir os sites, os buracos parece ser uma exigência nos jogos. Com isso, além de uma partida de qualidade duvidosa, o planejamento de toda uma equipe pode ser ir por água abaixo caso um dos seus principais jogadores se machuque.

Não que um gramado de qualidade obrigatoriamente impediria as lesões, mas com certeza diminuiria demasiadamente o risco.

E ainda nos perguntam porque levamos de 7 na Copa... taí uma das explicações...

Fui!
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