terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Só falta o ouro

Fala galera! Nos últimos meses não estou comentando sobre a eleição de destaque do mês do nosso blog pelo simples fato de que não faço mais eleição. Antes eu perguntava alguns amigos para chegar num consenso, só que a galera anda bem atarefada e seria injusto jogar na conta deles tal responsabilidade. Então resolvi eu mesmo escolher alguém, as vezes trocando ideia com um ou outro amigo, mas sem exigir.

Só que chegou novembro, um mês de decisões no futebol brasileiro, sulamericano e em muitos esportes mundo afora, e junto com essas decisões me veio um grande problema: quem foi o destaque desse mês?

Eu poderia citar Eurico Miranda, que retorna ao Vasco depois de muitos anos, talvez poderia falar de Aaron Rodgers que vem comendo a bola na NFL, ou até mesmo dos astros da NBA. Temos a galera do Limeira na NBB, do Cruzeiro e do Taubaté no vôlei masculino, e claro, nunca podemos esquecer de Levir Culpi, que levou o Galo à conquista inédita da Copa do Brasil.

Admito que minha escolha seria Marcelo Oliveira, treinador bicampeão brasileiro com o Cruzeiro, mas seria injusto com a torcida rival depois da decisão da Copa do Brasil, não dá pra escolher entre Marcelo e Levir.

Também poderia optar por Novak Djokovic, nº 1 do mundo novamente e campeão do Masters Finals, mas não... e foi justamente nessa decisão do último torneio válido para o ranking que comecei a definir meu escolhido.


Roger Federer desistiu da disputa, cedeu a vitória por WO para o Sérvio, alegou problemas físicos. No mesmo saiu circulou pelos corredores da ATP um boato de que ele havia brigado com Stanislas Wawrinka após a semifinal que classificou Federer para a decisão. Wawrinka é seu parceiro na equipe suíça que disputaria a final da Copa Davis na semana seguinte, inclusive formam a dupla da disputa.

Pronto... tudo virou uma incógnita... Federer vai pra decisão? Se for, eles jogarão a partida de duplas?

Nada era respondido... na apresentação das equipes um "chifrinho" de Stanislas em Roger parecia selar a paz, mas tudo ainda era incerto, poderia ser apenas um jogo de cena. No mesmo dia o capitão suíço, Severin Luthi, anunciou que Chiundinelli e Lammer fariam a dupla no confronto contra os franceses, deixando Federer e Wawrinka para os jogos de simples. Continuava o mistério no ar...

Veio o primeiro jogo da decisão e a vitória de Stanislas Wawrinka sobre Tsonga deixava a Suíça em vantagem, com Federer em condições o título estava próximo... mas logo depois um baque... o inconsistente Gael Monfils atropelou o melhor da história... 3x0 com sobras.

E agora? O que fazer?

A resposta era Roger Federer novamente... uma mudança de última hora colocou os desafetos da semana anterior na partida de duplas. Com um 3x0 com sobras eles colocaram a terra do chocolate na frente novamente, bastava uma vitória no 3º dia e o titulo inédito ia pra Suíça.

Logo de cara veio mais uma surpresa. Tsonga alegou lesão e não entrou em quadra, sobrou pra Richard Gasquet a honra de ser derrotado, humilhado, atropelado por Roger Federer que simplesmente ignorou qualquer lesão ou confusão e faturou a Copa Davis de 2014, uma disputa em equipes, mas que coroou mais uma vez o maior jogador da história do tênis mundial.

Por esses outras ele é o meu destaque do mês, um destaque faz justiça com o mundo dos esportes e ao mesmo tempo não se torna injusto com os treinadores de Cruzeiro e Atlético, que continuam no mesmo patamar.

E para Federer? Só falta uma conquista na carreira, o ouro olímpico, já que a Copa Davis e o Destaque do Mês do Resenha Esportiva (lol) ele conseguiu de uma só vez. Que o ouro venha no Rio em 2016!

Fui!
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