segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Jason "mágico" Williams

Fala galera! Um dos esportes que mais curti durante o final da minha adolescência foi o basquete. Na época jogava na seleção da minha cidade - acreditem - e disputei por dois anos seguidos os Jogos do Interior de Minas (JIMI). Nessa época, entre o final da década de 90 e início dos anos 2000, acompanhei muitos jogos da NBA, via praticamente todos, acompanhava resultados no site - na época da internet discada era muito emocionante o placar ao vivo do nba.com - fazia estatística, comprava os joguinhos do Playstation e sabia tudo, tudo o que acontecia na maior liga de basquete do mundo.

Cerca de 10 anos depois minha paixão perdeu força, não pelo esporte em si, que ainda adoro e sempre que posso pratico e acompanho, mas pela falta de tempo para ter um maior conhecimento sobre os jogadores e times. Até hoje penso que os craques da minha época jogam, e alguns deles realmente jogam, mas em um nível bem abaixo do que acostumei a ver.


Devido ao meu tamanho e minha posição - armador - sempre fui fã do Stockton, como já comentei por aqui, mas um baixinho loirinho que apareceu no Sacramento Kings em 1998 e que usava a camisa 55 me chamou muito a atenção na época. Seu nome: Jason Williams.

Jason era mágico! Com ele em quadra eu tinha a certeza de que teria diversão garantida. Não importava o placar, o negócio do "White Chocolate", seu apelido, era inventar. Com passes precisos e inesperados, ele encantava o torcedor. Em um time que brigou por três temporadas seguidas com Lakers e Spurs pela Conferência Oeste, Williams se credenciava como um grande talento da nova geração.



Em 2001 foi negociado com o Memphis Grizzlies e continuou brilhando, em suas 5 primeiras temporadas como jogador nunca começou uma partida no banco de reservas, foi titular em todas! Nas 5 seguidas continuou com um alto índice de titularidade, até mesmo no Miami Heat, onde jogou entre 2005 e 2008 e conquistou seu único anel de campeão, na temporada 2005/2006, quando atuava com Dwayne Wade e Shaquille O´Neal.

No final da temporada 2007/2008 ele acerta um contrato com o Los Angeles Clippers, mas alguns dias depois anuncia sua aposentaria pois não sua mente não suportava as seguidas lesões. Só que o amor pelo basquete falou mais alto e um ano depois ele retorna às quadras defendendo o Orlando Magic. Logo de cara ajuda o time a ser vice campeão da Conferência Leste. Foi a única vez na carreira que ele atuou nas 82 partidas da temporada regular.

Tudo parecia melhorar para Jason, mas uma nova lesão o tiraria de boa parte da temporada 2010-2011 e mais uma vez ele voltaria a pensar na aposentadoria. No final da temporada ele acertou novamente com o Memphis Grizzlies, onde já tinha jogado, mas depois de metade da temporada e com mais uma lesão, ele resolve aposentar de vez, nunca mais colocando sua magia em quadra.

Para fãs como eu, ficam as imagens da magia de Jason, ficam seus passes de cotovelo, seus giros, sua forma de ludibriar o adversário com malícia e ginga. Para os críticos, fica a imagem de um jogador que não estourou, mas quem se importa com eles?

Fui!
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