sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Mascotes: muito além do que um simples nome

Fala galera!

É provável que todos já estejam por dentro ou ao menos tenham visto os novos mascotes, escolhidos para representarem os Jogos Olímpicos e também os Jogos Paralímpicos, em 2016, no Rio de Janeiro. Eles foram revelados no Fantástico, da TV Globo, na noite do último domingo. O evento contou com a presença do prefeito Eduardo Paes e dos presidentes dos Comitês Olímpico e Paralímpico do Brasil, Carlos Arthur Nuzman e Andrew Parsons, respectivamente.

O mascote Olímpico representa a diversidade dos animais do Brasil (tem a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza das aves), enquanto o Paralímpico é uma mistura da flora do País (está sempre crescendo e superando obstáculos). Os mascotes têm influências variadas da cultura pop, de elementos da animação e até personagens de videogame. Criados por Luciana Eguti e Paulo Muppet, as simpáticas figuras serão os embaixadores dos Jogos, procurando atingir principalmente o público infantil.

Pois bem, os nomes ainda não foram definidos, mas os 6 nomes finalistas já foram apresentados ao povo e estão em processo de votação. Muito reboliço foi gerado nas redes sociais, após a apresentação dos nomes, com as costumeiras e famigeradas críticas que rondam esse tipo de evento. As opções para o Olímpico e Paralímpico são as seguintes, respectivamente: Oba e Eba; Tiba Tuque e Esquindim, e Vinicius e Tom. Inclusive se você, leitor do Resenha, também quiser participar da votação, ela está acontecendo no site oficial dos Jogos Olímpicos ou também através do twitter deles (a escolha dos nomes vai até o dia 14 de Dezembro).

Você pode até não ter gostado dos nomes, ou até mesmo dos mascotes, mas o que muita gente não sabe é que por trás das figuras e dos nomes, muita coisa acontece. A principal missão dos mascotes, com certeza é a que todos já conhecem, que ele represente bem os jogos e vire um ícone do evento. A intenção é que todos olhem pros mascotes daqui anos, décadas e lembrem-se que eles foram os mascotes das Olimpíadas do Brasil, assim como lembramos do ursinho Misha, mascote que chorou no encerramento dos Jogos Olímpicos da Rússia, em 1980, e encantou o mundo inteiro.

Mas, mais do que se tornar um ícone, o mascote visa também a arrecadação de verba para investimentos em infra-estrutura, nos esportes de base e também em projetos sociais. O comitê esperar movimentar em torno de 1 bilhão com os produtos licenciados e os mascotes fazem parte de um braço vital desses produtos. O mascote terá quatro linhas de produtos: camisetas, bonés, pelúcia e pins serão lançados com a nova figura.

Outro apelo feito pelos mascotes diz respeito ao público infantil, o principal interessado e afetado. Prova disso é que a dupla também está conectada às redes sociais, com perfis no Facebook e no Twitter, além de um site com atrações criadas especialmente para as crianças, o público-alvo para o consumo da marca. Além do fator comercial, os mascotes despertam também o fator emocional, fazendo aflorar no público infantil o sentimento pelo esporte, pela fauna, flora e pelo futuro do país.

É provável que os nomes não agradem a grande maioria das pessoas, mas o importante mesmo, no final das contas, é o valor agregado que eles trazem para todos.

Até a próxima!
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Um comentário:

  1. Gostei das figuras, bem simpáticas, mas confesso que os nomes pré-escolhidos realmente não foram dos melhores... de qualquer forma votei no Tiba Tuque e Esquindim, achei mais comercial para esse tipo de evento. E o Fuleco que eu achei que seria um fracasso foi um sucesso, pelo menos lá em casa o Arthur fica louco com os vários bonequinhos que comprei, inclusive um travesseirinho kkkkk

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