segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Depressão curada

Fala galera! Um pouco depois da Copa escrevi um texto para o jornal Mais Além, da minha terra natal, Além Paraíba, mas por alguns motivos que não convém levar em consideração o texto não chegou a entrar no jornal do mês, foi apenas para o site do jornal.

Então resolvi compartilhar com vocês, só que agora, cerca de um mês depois, eu praticamente não sofro mais de tal doença e alguns bons jogos do Brasileirão, além da volta dos campeonatos europeus, parecem me deixar com a Copa do Mundo apenas na saudade. E ainda temos o nosso grupo do WhatsApp da galera que disputou o Bolão da Copa do Mundo que está sempre em atividade, me deixando cada dia mais com os assuntos do futebol brasileiro na memória.

De qualquer forma... vale o registro... aí vai!
Espanhóis deprimidos... viva a volta de La Liga

"A Copa das Copas terminou e pela qualidade do evento é possível que existam muitos torcedores em estado depressivo, como eu estou. O carrossel de emoções que toma conta dos apaixonados por futebol, principalmente os apaixonados por Copa, teve seu auge durante a decisão do Mundial, disputado no Maracanã.

2014 entra na história como a Copa do Mundo mais perfeita que já existiu.

Klose e seu recorde de gols absolutos, Alemanha e seu belo futebol, o Brasil e seu recorde de gols sofridos, Robben e sua velocidade típica dos 100 metros rasos, Mondragon se tornando o “vovô das Copas”...

Além disso tivemos a menor média de cartões desde 1986, também foi a Copa com maior gols marcados, igualando o Mundial realizado na França, em 1998. Tivemos também a 2ª maior média de público, ficando atrás apenas da Copa de 94, nos Estados Unidos, 98,3% dos lugares foram ocupados.

Mas muitos vão dizer: fique tranquilo, 2018 tem mais, vamos lembrar que o Brasileirão voltou!

Aí é que o negócio piora... partidas com baixa qualidade técnica, dignas de um Nigéria x Irã, gramados em estado de calamidade, distante do “padrão Fifa”. E se for falar do público a situação piora... a média de 54 mil pessoas por jogo cai para 15 mil quando o assunto é Campeonato Brasileiro, a ocupação do estádio cai de 98,3% para 40%, menos da metade.


Aos poucos vamos notando que a realidade é essa, de 4 em 4 anos somos uma criança passeando na Disney, só que logo depois somos obrigados a nos contentar com o parquinho da Festa da Cidade."

Pois é... o texto era esse, e talvez a ironia do destino que o tirou do jornal pode ter ajudado a curar essa ressaca de Copa.

Até a próxima rodada do Brasileirão!

Fui!
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