segunda-feira, 7 de julho de 2014

Substituição

Pelé: Fora em 62
Como é sabido por todos, o grande assunto da semana gira em torno da séria lesão sofrida pelo Neymar. Para nossa infelicidade, o craque está fora dessa Copa do Mundo (pelo menos dentro de campo) e Felipão terá um grande trabalho para arrumar a casa.

Ontem mesmo o Luiz Paulo já levantou algumas possibilidades, de forma que a nossa seleção não perca a intensidade no ataque. De qualquer forma, sabemos que nossa representação perde grande poder de fogo com a ausência do nosso camisa 10.

Para o jogo de amanhã podem ficar tranquilos. Nessa Copa, dois estádios foram escolhidos estrategicamente para receber a nossa Seleção em duas oportunidades: Castelão e Mineirão. E isso tem uma explicação simples. No primeiro jogo, o Brasil empata (com o México no Castelão e Chile no Mineirão) para que possa vencer na segunda oportunidade (venceu a Colômbia no Castelão e vencerá a Alemanha  no Mineirão).

Raí: de capitão a
banco em 94
Mas tenham calma, meus caros admiradores do esporte bretão! Seremos campeões mesmo com Neymar contundido. Na verdade, era necessário que isso acontecesse. E eu mostro em números simples o motivo. 


  • 1º título: 1958: Brasil campeão com Pelé (10) em campo
  • 2º título: 1962: Brasil campeão sem Pelé (10) em campo (contundiu-se na fase de grupos)
  • 3º título: 1970: Brasil campeão com Pelé (10) em campo
  • 4º título: 1994: Brasil campeão sem Raí (10) em campo (substituído por Mazinho, por motivos técnicos)
  • 5º título: 2002: Brasil campeão com Rivaldo (10) em campo



Neymar: Bom demais para ir
para o banco em 2014!
Ou seja, para que o Brasil ganhe títulos pares, nosso camisa 10 não deve participar do jogo! Para que isso ocorra, existem duas possibilidades: ou o craque se contunde ou vai para o banco por deficiência técnica. O que o Zuñiga fez foi garantir com que Neymar ficasse de fora por contusão, já que ele não iria para o banco por motivos técnicos. Portanto, podem ficar tranquilos, o colombiano nos fez um favor enorme!

Agora basta completarmos a substituição de Neymar. Se taticamente as opções foram apresentadas ontem pelo Resenha, emocionalmente a substituição ficará por nossa conta. Serão 200 milhões de corações batendo juntos e empurrando a nossa equipe! Pra frente, Brasil!

Só faltam 2!

#ResenhaNaCopa

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Um comentário:

  1. Thiago,

    agorá é hora de união e superação mais do que nunca...

    abs...

    André Candreva

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