sexta-feira, 25 de julho de 2014

Os 5 maiores baladeiros do futebol brasileiro

Fala galera! A ressaca pós-Copa está chegando ao final e a tensão do Brasileirão já toma conta dos torcedores. Como estamos na porta de um fim de semana, nada mais justo que relaxar...

Resolvi montar um top 5 com os maiores baladeiros do futebol brasileiro. Mas o critério não é só a gandaia. Pra mim o jogador pode fazer a festa, mas tem que  mostrar resultado no jogo de domingo.

Então vamos ao meu top 5:

5º lugar – Vampeta
O Velho Vamp nunca foi um craque, mas não dá pra dizer que era um jogador dispensável por onde passou. Foi campeão de tudo, inclusive da Copa do Mundo. Pra completar a história ainda escreveu um livro contando causos de vários amigos de profissional... polêmica! Vampeta tem como marca as cambalhotas na rampa do Palácio do Planalto, em Brasília, após o penta. Reza a lenda que no seu álcool tinha sangue sangue tinha álcool aquele dia...

4º lugar – Ronaldo
O Fenômeno era um baladeiro discreto, não era de arrumar confusão, pelo menos em seu auge. Dizem que suas festas em Madrid arrastavam multidões, mas nada disso é provado. Barriga acima do normal, cigarros e mais cigarros, e um passeio íntimo com três travestis colocaram o pentacampeão na nossa lista.

3º lugar – Edmundo
O Animal era craque, ninguém duvida disso, o problema é saber onde ele rendia mais: nos campos ou nos bailes. Edmundo virava a noite na luta, mas não negava fogo no dia seguinte. Pediu dispensa da Fiorentina em 99 pra aproveitar o carnaval no Rio de Janeiro...

2º lugar – Renato Gaúcho
A fama de pegador atravessa fronteiras. Aliás, fronteiras e muros eram seus piores pesadelos... Ficou fora da Copa de 86 após uma balada durante o período de treinamento para o Mundial. Foi cortado por Telê Santana por ter extrapolado o tempo para retorno à concentração. Faturou o segundo lugar não só por esse corte mas também por sua filha ser da mesma estirpe do pai.

1º lugar – Romário
Algum outro cara teria moral pra apostar com o treinador que marcaria gols em troca de folgas para se divertir? Não... nenhum outro... Romário só existiu e só existirá um. O Baixinho tinha como lema “treinar pra que se eu já sei o que fazer?”. Foi dispensado pelo Flamengo após uma balada em Caxias do Sul, voltou do Barcelona para o Rio porque sentia saudade da praia e do futevôlei, e teve como auge baladeiro nas apostas com o seu ex-treinador do Barcelona Johan Crujff. Determinada ocasião ele disse que precisava de dois dias para voltar ao Brasil, o treinador propôs que ele marcasse dois gols na partida e assim o liberaria. Romário fez 2 gols em 20 minutos, virou pro banco e pediu substituição. Ao ser indagado falou: treinador, meu vôo sai em uma hora, preciso correr.

Depois dessa alguém questionaria a presença de Romário no topo do nosso ranking?

È isso galera... ficamos por aqui... gostaram da nossa lista? Colocariam mais alguém nessa relação?

Agora é com vocês!

Fui!
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