sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Por onde anda, Mazinho Loyola?

Fala galera!

Hoje mais cedo eu tava relembrando os álbuns do campeonato brasileiro que eu já colecionei e lembrei do de 1996. Aí, comecei a lembrar de alguns jogadores daquela época, que eram até razoavelmente famosos, mas que sumiram do nada (pelo menos pra mim). Me veio logo em mente o cidadão que dá título a este post: Mazinho Loyola. Pesquisei aqui no blog e vi que ele já foi citado anteriormente (recentemente, inclusive), pelo nosso presidente e tesoureiro Luiz Paulo, na Galeria Januário de Oliveira. Veja aqui a gafe que o Luiz descobriu numa matéria sobre ele.

Muito bem, fui pesquisar o que se sucedeu com ele e se ele ainda está ligado a algo no ramo do esporte e descobri que não. Mazinho Loyola parou de jogar aos 37 anos, quando estava no Ferroviário, disputando a Série C do Campeonato Brasileiro. Passou dois anos dentro de casa, vivendo na ilusão de que poderia manter o mesmo padrão de vida de quando era atleta bem remunerado. Depois desse tempo “só tirando” de suas economias e de alguns investimentos, sentiu que precisava tomar uma atitude, antes que as despesas viessem a comprometer a sua vida pessoal. Foi aí que, desde então, ele virou taxista em Fortaleza. Segundo ele, "encontrou uma função que salvou o seu dia-a-dia, o seu casamento e a sua vida como um todo". Ele completa dizendo que a profissão lhe tirou da ociosidade e lhe fez despencar do status de jogador de futebol de sucesso para a dura realidade do cotidiano, onde ele tem que trabalhar para completar o orçamento. 

No futebol, Loyola iniciou e encerrou sua carreira pelo Ferroviário, mas teve importantes passagens por grandes clubes do Brasil, como São Paulo, Internacional e Corinthians, além de Santa Cruz, Ceará, Paraná e Gama. No ataque, o baixinho ligeiro e tinha bom chute. Na época que eu me lembro dele, do meu álbum de figurinhas do Brasileirão de 1996, ele atuava com aquela camisa chamativa do Paraná.

E se você estivesse em Fortaleza e entrasse no táxi dele? Você reconheceria? Eu, nem de longe...
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Um comentário:

  1. Muito bom, Osmar, relembrar quem contribuiu para esse esporte tão apaixonante que é o futebol.www.assuntodofutebol.com.br

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