sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Pacotão: a superação, a eficiência e a displicência

Fala galera!

Muita coisa aconteceu na rodada futebolística de quarta-feira aqui no Brasil. Minha ideia de post para hoje, nem de longe, seria relacionada à essa rodada. Mas, depois dos fatos ocorridos, vi que muita coisa merecia ser comentada aqui para os amigos do Resenha que não viram. Tenho 3 fatos para destacar dos jogos de ontem e não sei qual abordar aqui no blog. Dessa forma, vou falar um pouco de cada um deles, pra não ser injusto com ninguém. Dividirei o post em 3 partes, como diz o título: a superação, a eficiência e a displicência. E logo em seguida, darei minha opinião em cada um dos casos.

1. A superação

Muito se foi falado nas últimas semanas (e últimos meses) sobre o Rogério Ceni. Perdeu 4 pênaltis consecutivos (o último contra o rival Corinthians, aos 43 minutos do segundo tempo). Muitos falam que sua aposentadoria está perto, que já passou da hora dele tirar o time de campo, etc. Muito se fala de um ou outro frango que ele, assim como qualquer goleiro, toma. Mas ontem os holofotes estavam nos duelos da Copa do Brasil e não podemos deixar passar em branco a exibição do "M1t0" no jogo do São Paulo, também mata-mata, contra a Universidade Católica, no Chile. Rogério operou, pelos meus cálculos, 6 milagres, milagres mesmo, além de duas outras boas defesas. O jogo terminou 4x3 pro São Paulo, que se classificou, mas sabe-se lá quanto teria terminado se não fosse pelos reflexos e impulsos de Rogério. Ele é um cara chato, "metido", sincero, político, mas tenho que tirar o chapéu pro que ele fez. Segue abaixo o vídeo das defesas, tirem a prova vocês mesmo.



2. A eficiência

Incrível como a bola procura pelo Hernane dentro da área. E mais incrível ainda é o poder que ele tem de simplificar a jogada com apenas um toque e botar a bola pra dentro. Não é à toa que o Brocador está batendo recordes atrás de recordes. Com os 3 gols contra o Botafogo, Hernane superou sua meta pessoal de 30 gols no ano, chegou à artilharia da Copa do Brasil (já havia sido o artilheiro do Carioca) e assumiu a liderança do antigo Friedenreich, o Prêmio Artilheiro do Ano. Além disso tudo, ele ultrapassou Edilson Capetinha (28 gols) e se tornou o maior artilheiro em uma só temporada do Flamengo, no século XXI. Enquanto isso, do banco de reservas (quando muito), Marcelo Moreno assiste às brocações que parecem não ter fim.



3. A displicência

Uma das grandes máximas de qualquer esporte, trabalho ou da própria vida é a de que "errar é humano". Sim, todos sabem e todos concordam. Mas errar com displicência é inaceitável. Mais inaceitável ainda é quando a displicência vem de um jogador "adquirido" por 40 milhões de reais e que briga por uma vaga na Seleção Brasileira para disputar a próxima Copa do Mundo. Todos sabem que estamos falando de Alexandre Pato, que pode ter cavado sua própria cova ao desperdiçar o último pênalti contra o Grêmio com muita displicência e praticamente recuar para as mãos do pegador-de-pênalti Dida. O vídeo dessa bizarrice está abaixo e agora aguardaremos pelas cenas do próximo capítulo, onde, provavelmente, o Pato vai ter que pagar o pato (han? han?).


Até a próxima!

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Um comentário:

  1. É a prova concreta da democracia que impera no Resenha Esportiva! Um vascaíno elogiando são paulinos e flamenguistas.

    Bom saber que consegui passar minha visão de imparcialidade pra galera que escreve comigo!

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