quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Grandes seleções de países que não existem mais: Tchecoslováquia

Essa seleção já fez história. Foi tida como uma das melhores equipes do mundo e chegou a disputar finais da Copa. Hoje, esse país não existe mais, porque devido a questões internas se dividiu em dois países. Estou falando da Tchecoslováquia, celeiro de grandes times e temida por muitos anos no cenário mundial.

A equipe campeã da Eurocopa de 1976
Em seu currículo, duas finais de Copa de Mundo. Na primeira delas, em 1934, acabou derrotada de virada pela Itália de Mussolini pelo placar de 2 a 1 em um jogo impróprio para cardíacos. Ainda terminou a competição com o artilheiro, Oldrich Nejedly, que marcou 5 vezes na competição.

Na segunda oportunidade de levantar a Julies Rimet, sucumbiu mais uma vez de virada. Só que dessa vez a derrota foi por 3 a 1 diante do Brasil, de Garrinha, Amarildo, Vavá, Zagallo, Djalma, Nilton, Zito... Um jogo pegado onde a individualidade e as 3 falhas do goleirão contribuíram para o triunfo canarinho.

Mas essa não foi a única vez que os brasileiros enfrentaram os tchecoslovacos. Na própria Copa de 1962, a estreia das duas equipes se deu em um empate sem gols, quando Pelé saiu contundido depois de receber marcação cerrada de Masopust na única apresentação do Rei nesse mundial.

Além de 1962, os tchecos tiveram o desprazer de cruzar com a Seleção Brasileira em 1970. Mais uma vez saíram na frente e tomaram a virada. Mas dessa vez os brasileiros foram mais impiedosos. O placar de 4 a 1 foi o cartão de visitas do melhor time de todos os tempos.

Depois disso, mais duas participações (1982 e 1990) sem o mesmo brilho de outrora. Inclusive, aconselho a dar uma olhada na figurinha que foi postada ontem na Fan Page do Resenha para olhar um dos últimos atletas a vestir a camisa Tchecoslovaca. Além disso, fica na marca dessa seleção o título da Eurocopa de 1976 e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1980.

Seu último jogo oficial foi em novembro de 1993, diante da Bélgica, mas já sob o nome “Equipe Tcheca e Eslovaca”. Precisavam de uma vitória fora de casa para garantir a vaga, mas o empate em 0 a 0 levou a equipe de Preud’homme para as terras do Tio Sam.


Ficou marcada como uma seleção que fazia frente às grandes equipes, mas que sucumbiu às ações políticas internas e à geopolítica moderna.





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Um comentário:

  1. Legal a série! É bom relembrar algumas dessas seleções. Fica como sugestão pras próximas: URSS (devia formar uma timaço hoje), Iugoslávia (idem) e que tal montar um time de algo que não existe oficialmente mas que poderia existir? O Reino Unido.

    Ah... minha melhor lembrança dessa seleção realmente é na Copa de 90 quando o Skuhravy metia gol até de olho fechado, ele jogou no Genoa da Itália, me lembro bem dele naquelas transmissões de Campeonato Italiano pela Band.

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