quinta-feira, 11 de julho de 2013

Que fase!

Final de jogo tem sido sinônimo de celebração ao goleiro
Foto: Reuters
Se você que está lendo esse post nesse momento é torcedor do Atlético-MG é bem provável que esteja acordado desde ontem. Afinal, não é todo dia que seu time consegue chegar à final da Libertadores. Mas não é só por esse fato, que por si só já dá motivos de sobra pra um momento de êxtase único na história de um clube, mas a forma como as duas últimas classificações ocorreram faz com que o sentimento seja elevado ao seu ponto máximo de otimismo.

O ponto em comum das últimas classificações está, não por acaso, centrado no goleiro Victor. Não é de hoje que ele é considerado um dos grandes goleiros do Brasil em atividade e constantemente cotado para a Seleção Brasileira. E suas aparições decisivas o credenciam como um pilar dessa equipe que cresceu de forma não espantosa, mas que carecia de um nome de confiança na proteção das balizas.

A partida de ontem foi suada, recheada de nuances que fariam qualquer um ficar em cima do muro quanto ao resultado. E olha que o goleiro Guzmán, do Newell's, se candidatou a herói da noite. Mesmo depois de cortar o supercílio e levar pontos em pleno gramado, com sua faixa de Daniel San pulava como Karate Kid nas tentativas atleticanas, que apesar de abrir o placar logo aos 2 minutos, não conseguiu lograr êxito até os 50 minutos do segundo tempo.

Recheado de drama, Victor ficou reservado à sua área a observar as tentativas frustadas durante todo o tempo. Fez as intervenções quando foi solicitado. E fez de forma eficiente. Na cobrança das penalidades, se destacou. Uma defesa apenas, é verdade. Mas a fase é tão boa que ele fica no lugar apenas na hora certa. Palmas para o Galo Mineiro, que agora é o Brasil na Libertadores!
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