sexta-feira, 26 de julho de 2013

GALO: contra tudo e contra todos!

Dia 24/07/2013. 105 anos de existência. 1 dia. O dia. O dia mais importante da história do Clube Atlético Mineiro. Este dia tinha tudo pra ficar marcado. Ficou, e vai ficar. Pra sempre. O irreversível teria de ser revertido, o impossível teria de ser possível. E foi.

Impossível foi não se deixar contagiar, mesmo que disfarçadamente, pela legião de mais de 60.000 torcedores. Fanáticos torcedores. Torcedores crentes, que fizeram - durante todo o percurso e enfrentando todos os percalços - toda a diferença. Impossível foi não vibrar com o grito de gol do narrador, para quem viu o jogo pela TV. Impossível foi não comemorar, junto com os jogadores, cada um dos gols.

Clube Atlético Mineiro - Campeão da Copa Bridgestone Libertadores 2013

Tinha que ser sofrido. Se não fosse sofrido, se não fosse chorado e se não fosse desesperador, não seria Galo. E não seria Cuca. E muito menos seria o Galo do Cuca. Mas agora acabou. Acabou da melhor forma possível. Acabou do jeito que tinha que ser, do jeito que tinha que acabar. Foi um enredo na vida real merecedor de virar enredo de filme. Havia uma sinergia naquele clube, naquela comissão técnica, naquela torcida, naquela equipe. Era tudo ou nada. Contra tudo e contra todos. Não era "só" mais um jogo. Era uma história. Era uma era. Uma nova era.

Não tô aqui pra falar de um jogo ou de outro. E nem de um jogador ou de outro. Se estivesse, teria que falar de cada um dos jogos do mata-mata, desde às oitavas de finais. Teria que falar do paredão Vítor. E do também paredão Réver e Leonardo Silva (salvo algumas exceções, é verdade). Teria que falar da "alegria das pernas", segundo Felipão, do Bernard. E também do instinto e faro de gol do Jô. Dos dribles e passes do Ronaldinho Gaúcho. E também da explosão do Tardelli. E da barreira que Josué, Pierre e Leandro Donizete foram. Viu como é fácil falar desse time? Mas não tô aqui pra isso.

Tô aqui pra prestar a merecidíssima homenagem do Resenha Esportiva ao Clube Atlético Mineiro, agora sim, Galo Forte e Vingador. Eu mesmo fui um dos que duvidaram que isso poderia acontecer. Por muitas vezes e sem abrir mão do que eu pensava que estava fadado a acontecer. Mas hoje tenho que "colocar o rabo entre as pernas" e dar o braço a torcer.

Acabou. Venceu o melhor. Venceu quem mereceu vencer. O Galo - com braveza, justiça e muita competência - é o Campeão da América!

Até a próxima!
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