sexta-feira, 12 de julho de 2013

Andy Murray reescrevendo a história de Wimbledon

Fala galera!

Andy Murray com a taça de campeão do Grand Slam
Por coincidência, eu estava com esta pauta pendente desde o último domingo, na mística data de 07/07, quando tivemos o prazer de acompanhar a grande final de Wimbledon. Como ninguém do blog escreveu sobre isso durante essa semana que passou, serei eu o responsável por fazê-lo. Comecei o texto com "por coincidência" pois hoje foi o primeiro dia na minha vida em que joguei tênis. O máximo que eu já tinha feito até hoje, foi jogar o famoso e famigerado ping-pong. Ou tênis de mesa, para os mais formais. Também já havia pegado numa raquete de tênis, mas só dentro das lojas de departamento mesmo.

Mas hoje foi diferente, jogamos durante duas longas horas, com direitos a erros a perder de vista. E alguns acertos também. Uns na sorte, outros nem tanto. Participaram também do "mini-evento" nosso presidente e entusiasta Luiz Paulo e nosso vice-presidente Thiago Senra, além do sempre colaborador Pablo. E comprovei o que eu sempre pensei sobre o esporte: "eu tenho a impressão de que é muito fácil, mas tenho a consciência de que é muito difícil". E realmente é. Precisa de tempo e prática (e dinheiro, claro) pra poder jogar sempre e adquirir um nível razoável.

Mas chega de encher linguiça, esse post aqui é pra homenagear o escocês Andy Murray. Após vencer o sérvio Novak Djokovic, por digníssimos 3 sets a 0, Andy Murray reescreveu a história do Grand Slam de Wimbledon, quebrando um jejum que já perdurava por 77 anos, desde o último título de um britânico "em casa". Atuando contra o atual nº 1 do mundo do tênis, com a torcida a favor e com a presença de muitas famosos entre os entusiastas, Murray se destacou e fez o dever de casa, literalmente.

O escocês se emociona no gramado de Wimbledon
Coincidentemente, Murray já havia ganho em Wimbledon, mas não foi o Grand Slam. Ele foi o vencedor do ouro de Wimbledon, nas últimas Olimpíadas (Londres 2012), mas disse que há uma diferença entre os títulos: "É diferente das Olimpíadas. Conquistar o ouro é algo grande, mas vencer Wimbledon é o auge. Algo que nunca será superado."

Após a vitória, Murray se manteve no 2º lugar do ranking, atrás apenas de Djokovic. Distanciou-se dos demais, mas sabe que ainda precisa de muito outros títulos para se aproximar do sérvio. No seu "currículo" agora, ele traz o título de Wimbledon, do US Open e das Olimpíadas. E foi modesto quando perguntado se almeja alcançar logo o topo do ranking: "Meu objetivo é tentar ganhar os Grand Slams. Com essas conquistas, não ficarei preocupado com o ranking".

Deixo meu salve e meus sinceros parabéns a este grande tenista que é Andy Murray. Sempre muito consciente e discreto, vem aos poucos ganhando seu lugar ao sol e mostrando que veio pra ficar no top 5 por muito tempo.

Até a próxima!
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