segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Pequenos craques, grandes fracassos

Fala galera! Conversando com um dos meus maiores "incentivadores de temas" do blog, meu amigo Guilherme, falando sobre a contratação de Henrique pelo Botafogo. Quando ele comentou comigo eu o questionei da seguinte forma: Qual Henrique? O do Mundial ou o que não teve chance no São Paulo?

E partir disso começamos a buscar alguns nomes de craques da base que não refletiram o sucesso esperado.
 
Adriano, o máximo que fez
foi se parecer com Fred
 Voltando um pouco no tempo, 1993, Mundial Sub-20 da Austrália. O Brasil era muito favorito ao título, contava com Dida no gol, um ataque fulminante com Catê, Gian e Yan, mas o craque do time era o camisa 10, o dono do time na verdade, um tal de Adriano... talvez ninguém vai se lembrar, mas me recordo que na época era o máximo um jogador de 19 anos jogar na Europa, e Adriano já jogava por lá, defendia o Neuchatel Xamax (hoje na 5ª divisão), da Suíça. Foi o craque do Mundial e a torcida já dava como certa sua vaga na Copa de 94. Depois disso sumiu... Voltou ao Brasil para defender o Botafogo em 95 na tentativa de retomar a carreira, rodou por São Paulo, Atlético-MG, Juventude, Sport, Bahia e mais uma dúzia de clubes até encerrar a carreira no final de 2009.


Adaílton até que fez
seus golzinhos por aí
Passados mais uns anos outro grande nome apareceu. Mundial de 97, na Malásia, o Brasil contava com Alex, Fernandão, Pedrinho e Helton, mas "o cara" do time era Adaílton, meia muito habilidoso que defendeu o Juventude e o Guarani. Adaílton marcou 10 gols em 5 jogos e foi o artilheiro do Mundial, e logo depois embarcou pra Itália para defender o Parma. Com pouco tempo de jogo foi para o Paris Saint-Germain emprestado, não deu certo, voltou e se transferiu para o Verona, onde jogou mais de 160 jogos, marcando 50 gols e sendo um dos ídolos locais. Depois disso rodou por Genoa, Bologna e futebol romeno, onde atua até hoje, mas para os brasileiros que torceram por ele em 97, ele é só mais um cara que não deu certo...


Henrique é o cara da vez
Chegamos então em Henrique. Começou o Mundial de 2011 sem muita festa, já que o Brasil ainda contava com Oscar, Casemiro e Phillipe Coutinho. Nem titular absoluto ele era... mas aos poucos foi ganhando espaço, virou o artilheiro e craque do Mundial, e se transformou na maior promessa dessa geração, candidato absoluto à camisa 9 em Londres. Mais um engano... Henrique não teve oportunidade no São Paulo, perdeu espaço, foi emprestado para o Granada (Espanha) e Sport, fez 4 gols em quase 2 anos, e hoje chega ao Botafogo como esperança da torcida.

Pode vir a ser o cara que procuram? Já mostrou que pode... mas se a tendência seguir, a chance disso acontecer é pequena... Ficamos na torcida e aguardamos os resultados...

Lembra de mais alguma promessa que não se confirmou? Não vale Toró, Lulinha e Nélio. Conta pra gente lá no Facebook: www.facebook.com/ResenhaEsportiva

Fui!
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