quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Brasil na rota dos ídolos

Fala galera! 2014 é logo ali, como diz o bordão, e 2016 nem tá tão longe, pensando nisso as federações, confederações e afins estão correndo atrás de eventos-teste para ver a que nível estão suas instalações.
Bolt, a lenda, visita o Cristo Redentor
Foto: AFP

Nos últimos 30 dias tivemos a presença de Novak Djokovic, Maria Sharapova, Victoria Azarenka, Roger Federer e outros tenistas de ponta, e também de Usain Bolt o mito das pistas.

Para 2013 tudo leva a crer que outros nomes aparecerão em nosso país, o que proporciona mais do que uma avaliação das condições, já que a meu ver não há tempo nem grana disponível para mexer muito nas estruturas. Na minha opinião a presença desses caras massifica alguns esportes que ficam em segundo plano em nosso país.

Falar de futebol é fácil, como dizem, somos milhões de treinadores, e cada um tem a sua seleção ideal, mas falar de tênis, de atletismo, até mesmo de vôlei e basquete, não é tão simples assim. Raramente conseguimos quorum para debater as idéias.

Hoje, com os melhores tenistas do mundo em nosso território, já vejo muita gente querendo aprender o esporte, assistindo na tv, falando de lob, spin, backhand e smash. Não vai demorar e falaremos de tiro de partida, de arranque, de chegada, de 100, 200, 400 metros rasos, de revezamento 4x100.

Também não vejo tão distante a possibilidade de aparecerem novos “entendedores” de ippons, wazaris e yukos (esse troço escreve assim?), vai ter gente falando até em ciclismo e rugby! Não duvidem!!!

Djokovic no Engenhão
Foto: AFP
A verdade, é que por mais que muita gente possa criticar (e a maioria que critica já comemorou) a oportunidade de sediar Copa e Olimpíada pode ter sido muito boa para o nosso país.

Vai ter roubo e desvio de grana? Ora se vai... mas se não fosse assim seria em um hospital, em uma obra viária e etc. Tá no sangue dos caras, temos é que fazer o possível para não colocarmos esses mesmos caras lá de novo.

Mas no final das contas, acho que o brasileiro vai ser muito beneficiado, mesmo com os grandes elefantes brancos construídos, mesmo que em 2017 tudo volte ao normal, mas poderemos por alguns bons anos ver ídolos inatingíveis de perto, poderemos sentir o gostinho de ser país de primeiro mundo, pelo menos por um tempo...

Fui!
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2 comentários:

  1. O Michael Phelps também passou no RJ.

    É bem legal mesmo esse pessoal vindo ao Brasil, incentivando, saindo da mesmice do futebol. Mas isso tudo é graças às empresas e patrocinadores que trazem, se eles não tiverem retorno a festa acaba rapidinho infelizmente ......

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    Respostas
    1. É verdade, teve o Phelps também!

      Falando em empresas e patrocínios, li que a empresa do Petkovic levou 4,5 milhões da Prefeitura do Rio (ou do Estado) para trazer o Djokovic.

      Eram 3 milhões para o evento e mais 1,5 pro cara ir na Rocinha.

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