terça-feira, 2 de outubro de 2012

Luta casada

Fala galera! Na semana passada tivemos a disputa pelo cinturão do Peso Meio Pesado entre Jon Jones e Vitor Belfort. A luta provocou polêmica em excesso na mídia internacional, pouco pela luta em si, mas muito pelas virtudes em que a luta foi casada.

No início Jon Jones disputaria o cinturão contra Dan Henderson, mas o desafiante se lesionou alguns dias antes do evento, o UFC ofereceu uma luta contra Chael Sonnen, mas Jones recusou, e com isso o evento foi cancelado, pela primeira vez na história. As outras lutas foram movidas para outros cards, mas ainda faltava achar uma adversário para Jones.

Lyoto Machida foi convidado, mas havia lutado em 1º de agosto, e não teria tempo hábil para se preparar para a luta, assim sendo preferiu descartar o convite por entender que perderia uma chance de disputar o cinturão em igualdade de condições. Shogun foi cogitado, mas não chegaram a um acordo também.

Sem adversários para Jones na categoria, apelaram para o sempre presente Vitor Belfort, que de imediato aceitou a oportunidade e se preparou no pouco tempo que tinha.


O resultado todo mundo já sabe, mas o debate não é em cima da luta ou do card, o que queremos saber é se o lutador tem o direito de recusar um combate.

Eu penso que em uma competição com tabela definida não existe essa possibilidade, o Fluminense não pode recusar um jogo contra o Tupi, mesmo sabendo que uma derrota abalará seu prestígio, mas quando falamos de uma luta em que se decide o futuro do atleta, acredito ser possível essa hipótese.

Vamos imaginar que Jones aceitasse o desafio de Sonnen, que além de não ter um bom cartel no UFC (5 vitórias e 3 derrotas) ainda nem havia estreiado na categoria, ou seja, não tinha motivo pra ser o desafiante a não ser pelo fato de ser um falastrão, assim como foi com Anderson Silva. Luta começa, Sonnen joga Jones pro chão e vence. Sonnen seria alçado ao nível dos campeões e Jones passaria a ser questionado. Seria bom para o evento essa situação?

Acho que tanto Jones, quanto Lyoto, quanto Vitor tomaram a atitude certa. Jones manteve seu prestígio, Lyoto continua na fila pelo cinturão, e Belfort ganhou mais moral que já tinha com os patrões e também com o público, que imaginou um nocaute no primeiro round, e por pouco não viu sua vitória.

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Fui!
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Um comentário:

  1. Luiz,

    esse tipo de luta, sem muita regra, e por mais que queiram dizer que existe muita técnica, é pura força física, ou bruta como queira, acaba sendo decidida em pequenos detalhes. Belfort não venceu por causa desses detalhes, melhor para Jones que aliado a bom momento que vive faz justo a posição que tem.

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