quinta-feira, 30 de junho de 2016

A Inglaterra não mata

Fala galera! Ano de 1966, Copa do Mundo disputada na Inglaterra, a seleção local comandada por Bobby Charlton, Geoff Hurst e Bobby Moore vence a Alemanha na decisão, uma partida polêmica, mas que deu à equipe da Terra da Rainha o primeiro e único título mundial da sua história.

Agora estamos em 2016 e o assunto é a Eurocopa, o English Team acaba de ser eliminado da competição pela inexpressiva Islândia, e o péssimo retrospecto inglês veio à tona.

Em 56 anos de história de Campeonato Europeu de Seleções, os ingleses participaram de 7 das 15 edições, sediou uma delas, em 1996, e nunca chegou a uma decisão. Seu melhor desempenho foi o 3º lugar obtido em duas ocasiões: em casa, na edição de 96, e em 1968, na competição disputada na Itália.

Para piorar as coisas, a equipe disputou o inexpressivo número de 7 partidas de mata-mata em toda a trajetória da Euro, conquistando apenas uma vitória, feito alcançado na edição de 68, na partida contra a União Soviética, que decidiu o 3º lugar.

Além disso foram mais 4 empates – Espanha e Alemanha (96), Portugal (2004) e Itália (2012) – e duas derrotas – a de 2016 para a Islândia e uma em 1968 para a Iugoslávia. O selecionado marcou 6 gols, média inferior a 1 gol por partida, e sofreu os mesmos 6 gols.

Confiram abaixo todo o retrospecto inglês nas fases de mata-mata da Euro:
1960 - não disputou
1964 - não disputou
1968 - Iugoslávia 1 x 0 Inglaterra - semi final
            Inglaterra 2 x 0 URSS - 3º lugar
1972 - não disputou
1976 - não disputou
1980 - não se classificou para a segunda fase
1984 - não disputou
1988 - não se classificou para a segunda fase
1992 - não se classificou para a segunda fase
1996 - Inglaterra 0 x 0 Espanha (4x2 nos pênaltis) quartas de final
            Alemanha 1 x 1 Inglaterra (6x5 nos pênaltis) - semi final
2000 - não se classificou para a segunda fase
2004 - Portugal 2 x 2 Inglaterra (6x5) - quartas de final
2008 - não disputou
2012 - Itália 0 x 0 Inglaterra (4x2) - quartas de final

2016 - Islândia 2 x 1 Inglaterra - oitavas de final

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Resenha Entrevista - Thiago Petrus

Fala galera! O Resenha Entrevista de hoje foi realizado em parceria com a Yon Brasil, empresa especializada em gestão de negócios. O escolhido foi Thiago Petrus, capitão da equipe masculina de handebol que disputará os Jogos Olímpicos de 2016.

Thiago nasceu em Juiz de Fora no dia 25 de janeiro de 1989, tem 27 anos, e começou a prática do handebol aos 13. Com 15 anos ingressou no Olímpico, clube famoso da cidade mineira, onde ficou até 2006, quando fez um teste - e passou - no Pinheiros, de São Paulo. Por lá ganhou três Ligas Brasileiras, dois Paulistas e um Panamericano, chegando à quinta colocação do Mundial de Clubes de 2011.

Foi contratado pelo Naturhouse La Rioja da Espanha, em 2012, de onde saiu para defender o SC Pick Szeged, da Hungria, clube que atua no momento.

Pela Seleção Brasileira ele foi campeão dos Jogos Sulamericanos de 2010, disputado na Colômbia, e faturou também os Jogos Panamericanos de 2016, em Buenos Aires, Argentina.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa! Aumente o som que está no ar o Resenha Entrevista!

terça-feira, 28 de junho de 2016

Messi x Maradona: quem será maior?

Fala galera! São 25 anos (completará na próxima Copa do Mundo) sem títulos com a seleção principal... esse número assustador tirou Lionel Messi do sério. O melhor jogador da atualidade, artilheiro absoluto da Alviceleste, capitão da equipe, perdeu um dos pênaltis que ocasionou a segunda derrota seguida em final de Copa América, ambas para o Chile, e após um ataque de fúria ainda no campo, foi para o vestiário e anunciou que não defenderá mais a seleção, nunca mais.

Conversei com alguns amigos e pedi a opinião deles sobre o assunto. A pergunta foi a mesma para todos:

Após mais um vice, Messi anunciou que não jogará mais pela Seleção Argentina. Com apenas 29 anos ele pretende atuar apenas pelos clubes. Com essa decisão, acaba a possibilidade de Messi ganhar uma Copa do Mundo. Em sua opinião, ao final da carreira, ele será considerado maior que Maradona mesmo sem uma Copa no currículo?

As respostas seguiram uma mesma linha, foram elas:

"Eu acho que será uma disputa sem fim. Depende muito do que cada um considera relevante para definir em qual posição cada jogador estaria em um ranking histórico.
Não sou daqueles que considera vital o Messi ser campeão de uma Copa do Mundo para ser o maior da Argentina. Ainda assim, Maradona teve uma baita estrela de ser decisivo no maior torneio de futebol do planeta e decisivo igualmente numa final.
Se realmente ficar de fora da seleção (eu acho que o Messi reconsiderará essa decisão), ele vai precisar algumas temporadas a mais em alto nível e conquistando títulos importantes pelo Barça. Se seguir assim, será maior que Maradona."
Tiago Domingos - jornalista do site Goal.com

"Se você conversar com torcedores argentinos sobre os dois ídolos, terá de fazer duas perguntas diferentes: 'de quem você gosta mais' e 'quem jogou melhor'. Provavelmente Maradona será a resposta para a primeira, e Messi, para a segunda. Don Diego carregou a Argentina nas costas para a conquista de uma Copa do Mundo e ainda gera maior identificação nos torcedores pela história de sofrimento e superação.
Leo, por sua vez, esteve e ainda está no topo com atuações memoráveis por mais tempo, e é tecnicamente mais completo que Maradona, além de ter resultados em nível de clubes bem mais expressivos que os do 'concorrente'.
Então o que pode se dizer é que Messi foi e continua sendo melhor jogador, mas Maradona é e provavelmente será para sempre melhor personagem que ‘La Pulga’."
Douglas Rocha - jornalista da Agência Efe

"Acho uma pena Messi se despedir da seleção argentina sem nenhum título, uma infelicidade. Mas isso não tira o mérito e a certeza de que ele foi o melhor do mundo várias vezes, certamente maior que Maradona e provavelmente o maior da história até hoje."
Osmar Sexto - blogueiro recentemente aposentado do Resenha Esportiva

"O mundo já reconhece Messi como maior que o Maradona. Na Argentina, ainda que ganhe mundial, parece que o Maradona é intocável. Tem uma idolatria absurda. Até pelo fato de ter jogado e sido ídolo em times argentinos. Algo que não aconteceu e não deverá acontecer com Messi. 
A declaração dele foi normal dentro daquele contexto (4º vice campeonato!). Mas acredito que ele irá revê-la , afinal, pode até não parecer, mas a Argentina precisa de Messi e o Messi precisa da Argentina. Ganhar ou perder, é da tônica do esporte. Desistir, não."
Léo Schettini - advogado e pioneiro no quesito blogueiro aposentado do Resenha Esportiva

A minha opinião é de que Messi já é maior que Maradona, não precisa da Copa para provar, e assim como os amigos falaram, ele voltará atrás na decisão e defenderá a Argentina em 2018 (sem êxito, espero).

Qual a opinião de vocês? Deixem nos comentários!

Fui

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Sumindo de fininho

Fala galera! Hoje não vamos prolongar... achei um vídeo no YouTube de um programa gravado por Fernando Meligeni em 2005. Os entrevistados eram Jean Chera e Neymar, ambos na faixa dos 13 anos, e que chamava a atenção de todos que acompanhavam a base do Santos.

Vejam o vídeo, analisem, e tirem as conclusões sobre o sucesso de um e o fracasso do outro.


Fui!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Valeu, Resenha!

Fala galera!

Hoje o título do post é diferente porque o teor do post é diferente. Não é uma despedida, mas é o "famoso" período sabático que estou tirando aqui, como blogueiro do Resenha. Pensei em fazer um post normal, falando de qualquer esporte, dando qualquer opinião, mas ia ficar muito informal simplesmente fazer um post esportivo, dar minha opinião e "sumir". Preferi falar um pouco do tempo que passou e um pouco do que o Resenha representa.

Foram mais de 4 anos. Meu primeiro post aqui data de 04 de Maio de 2012. Na ocasião, falei sobre a situação que o Vasco estava na Libertadores e de uma decisão difícil que o então técnico Cristóvão Borges teve que tomar. Lembro até que estava ansioso por ser meu primeiro post e fiz um mega texto, hahah. De lá pra cá, foram quase 4 anos e 2 meses. Foram cerca de 200 semanas. Com uma média de 1 post meu por semana, minha "carreira" de blogueiro do Resenha entra em hiato após 205 posts (a verdade é que minha meta sempre foi ultrapassar o número de posts do vice-presidente Thiago Senra, que agora está com 198, missão cumprida!).

Nesses 4 anos, falei sobre muita coisa. Fiz inúmeras listas (meu tipo de post favorito), falei de esportes diferentes, falei de basquete, de futebol americando, de futebol virtual (FIFA, PES e Cartola), de boxe, de tênis, Copa do Mundo, Copa América, Olimpíadas, Eurocopa, ídolos do esporte, jogadores folclóricos, "causos" do esporte, transferências, curiosidades, propagandas, futebol, futebol e mais futebol.

Aprendi muita coisa, tive que pesquisar bastante coisa pra fazer alguns posts. Em alguns, não precisei de pesquisas, mas sempre tive a carta branca de falar sobre o que quisesse e expor minha opinião (fosse ela unânime, fosse ela divergente da maioria, fosse ela única e exclusiva minha). E é exatamente essa a essência do Resenha Esportiva. Aqui o espaço é livre. Aqui você pode falar o que quiser, sobre o que quiser. Posso ser vascaíno e meter o pau no Vasco, como posso também vangloriá-lo. Posso fazer um post sobre algum ídolo meu, mas que não passa de um "pobre coitado" pra outras pessoas. Aí está a graça. É por isso que o Resenha está na ativa por tanto tempo. São 1973 posts com este aqui. Fazendo um cálculo rápido, equivalem a 5 anos e meio de trabalho, de matéria, de opinião. Duvido que algum blog pessoal de esporte tenha ficado tanto tempo no ar, sempre 100% atualizado, quanto o Resenha ficou/fica/ficará.

Deixo aqui o meu muito obrigado ao presidente Luiz Paulo, ao vice-presidente Thiago Senra, aos demais blogueiros que já passaram, passam e ainda passarão por aqui. Obrigado aos leitores, é claro. Aos que já comentaram, aos que lêem e não comentam, aos que lêem e gostam e aos que lêem e acham que eu só falo besteira. Essa é a ideia do blog: liberdade de expressão e muito, muito esporte. Não fiquem emocionados (tá, eu sei que ninguém está emocionado), pois pretendo faz aparições esporádicas por aqui.

Novamente, muito obrigado.

Até a próxima!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Argentina: nadando de braçada

A Argentina vive um karma que perdura por vários anos. Apesar de sempre entrar como um dos favoritos em qualquer competição, não alcança êxito desde a Copa América de 1993. É bem certo que em várias oportunidades os hermanos ficaram perto do caneco, mas acabaram sucumbindo ao final.

Não é que a Argentina teve gerações fracas ao longo dos últimos anos. Ao contrário do Brasil, eles sempre tiveram referências de craques e uma grande equipe formada. Simplesmente, não foram mais campeões. Muito disso se deve a Seleções Brasileiras (nem sempre fortes, por sinal) que deram um sacode que os deixaram dançando tango sozinhos.

Inesquecíveis triunfos canarinhos na Copa América não podem ser esquecidos. Afinal de contas, a virada em 2004 com o gol do Adriano nos acréscimos tirou o grito da garganta dos brasileiros. Já em 2007, a vitória tranquila da então "seleção do Dunga" por 3 a 0 mostrou quem mandava no continente. No ano passado, os chilenos sorriram ao final em um dos títulos mais emocionantes dos últimos anos.

A bola bateu na trave também na Copa das Confederações em 1995, quando os algozes foram os dinamarqueses, e em 2005 quando a Seleção Brasileira do quadrado mágico jogou sozinha em terras alemãs. Sem falar na própria Alemanha que acabou com o sueño argentino na Copa das Copas.

Mas se depender da equipe que atualmente disputa a Copa América Centenário, o caneco já tem dono. Com exibições de gala, com direito a Messi começando no banco e gênio quando entra em campo, tudo leva a crer que a edição comemorativa vai ficar guardada em Buenos Aires.

Em 2016 não vai ter pra ninguém. Nessa Copa América, quem nada de braçada é a Argentina!

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Soy loco por TITE América...

Ver o Brasil eliminado na primeira fase da Copa América Centenária nem foi a maior surpresa. Ver o técnico despedido por fracassar nesta competição é que me parece surpreendente. Nada parece ter sequencia e também não parece que daqui pra frente vá melhorar da água para o vinho. A decisão da troca nada tem com a falta de resultado em campo e sim, com a falta de tranquilidade fora das quatro linhas.

Não dá para questionar Tite por ter aceitado o convite, mesmo com a presidência que la continua e mesmo depois de ele ter assinado o manifesto contra esta diretoria. Talvez se ele não aceitasse, poderia ficar longe da seleção por tempo demais e ver a carruagem passar a sua frente. Fato é que ele vai como escudo. Vai para proteger e criar uma tranquilidade dentro de campo que alguns precisam até a poeira baixar.

Infelizmente não é por ter uma crença em um determinado tipo de trabalho que Tite assume, mas simplesmente por ser a unanimidade da vez da torcida brasileira, como já foi o Felipão. Para nossa sorte, desta vez é o técnico mais capacitado que temos. Se dará certo já é outra historia. Provavelmente o time terá uma forma mais organizada de jogar, mas será que basta apenas isso para a torcida voltar a se interessar?

Não podemos esquecer que o técnico já sofreu de doenças crônicas como a "empatite". A torcida sabe que o remédio as vezes é amargo, não por gostar de ver o time arrumado de trás para a frente, mas sim porque não temos maiores esperanças ou maiores perspectivas. Culpar apenas o Dunga pelos resultados é tapar o sol com peneira. Os jogadores também são bem responsáveis e este será um grande desafio para o novo treinador. Fazer com que os jogadores voltarem a brilhar os olhos por estarem na seleção. A vontade tem que vir antes.

Não me parece que os jogadores estão muito interessados e não me esqueço da imagem que mais me marcou na Copa América de 100 anos: você lembra de já ter visto algum jogador brasileiro esbravejar, chutar tudo a sua frente e brigar com o técnico por não entrar em campo como fez o Luis Suárez? Precisamos deste espirito para tentar acertar as coisas. Sim, o Dunga é culpado, mas não estava sozinho e há muito tempo que não vejo vontade em nossos jogadores. Isso independe do treinador, na minha opinião vem antes de chegar lá. Dizer que os jogadores não jogavam pelo Dunga é querer jogar tudo em cima dele. Os jogadores sempre jogaram e sempre vão jogar primeiro por eles e ponto. Então se eles não veem valor em lá estar, não vai ser por causa do treinador que verão. Mas é claro que o treinador terá papel nisso, não nego.

Para mim o resultado da Copa América é indiferente, pois não vejo como uma boa competição ou bom parâmetro para o bem, Apenas só dá para tirar conclusões negativas. Que a competição é bem organizada, não resta duvidas. Realmente os americanos são craques nisso. Mas só serviu para o mal, que no nosso caso veio a calhar. Mas imagina um outro treinador sendo crucificado por ir mal. É que já não aguentávamos mais o Dunga. O contraponto é a enganação que foi a Copa das Confederações, levamos o título e foi um engana que eu gosto. Imagine se o Brasil vai bem na Copa América. Estaríamos no mesmo lugar que começamos.

Tomara que de tudo certo e que tenhamos uma seleção melhor, mas acreditar que tudo será melhor é fingir que se mudou o comando do futebol brasileiro. E isso não mudou. Então é vida que segue...

Diego Ribas

terça-feira, 21 de junho de 2016

Copão 2016 - que venham as quartas

Fala galera! Final de semana a bola rolou em Estrela Dalva para a 3ª rodada do Copão Regional Entre Amigos 2016. Os jogos que encerraram a primeira fase da competição deixaram os torcedores animados e com a adrenalina elevada. A rodada aconteceu no Estádio Elias David.

Cachorro do Mato 2 x 3 Castelo (Grupo D)

Um jogo que valia uma vaga apenas, já que ambas as equipes perderam para o time do Bávaros nas rodadas anteriores. Os donos da casa buscaram a vitória desde o início e saíram na frente com Preto, aos 29 do primeiro tempo. Logo no início da segunda etapa a Cachorrada de Vila Caxias empatou com Diego. Com um jogador a mais o Castelo voltou à frente do marcador, novamente Preto, e depois Lucas. Fill ainda diminuiu para o Cachorro do Mato, de pênalti, colocando fogo nos minutos finais da peleja, mas não foi suficiente. Os bicampeões do Copão estão classificados.

Dependentes 1 x 2 Pirapepinga (Grupo B)

Já classificadas, as equipe entraram em campo para "a negra" das últimas duas edições. Se em 2014 o Pirapepinga faturou o jogo disputado no Esporte Clube Independente, em 2015 foi a vez dos bacardinos levarem a melhor em campo inimigo. Para tirar a teima foi necessário um terceiro jogo em campo neutro, e tudo parecia tender para o lado do time alemparaibano, que abriu o marcador aos 13 minutos com Zazá, de bicicleta. Logo no início do segundo tempo o time de Pirapetinga teve uma falta na entrada da área e Daleste não perdoou, era o empate. Pouco tempo depois, após cruzamento da direita, Jackson mergulhou e virou a partida. No final o Dependentes ainda pressionou, mas sem êxito.



Uszomi 2 x 0 Jacareanos (Grupo C)

Um barril de pólvora, essa é a melhor definição para a partida. Precisando vencer por pelo menos dois gols de diferença, os faisões partiram pra cima desde o início e abriram o placar com Léo Gravina logo aos 7 minutos. Pouco tempo depois, Tato recebeu na área e ampliou. Era o resultado que deixava todos os times do grupo empatados, levando a decisão para a quantidade de alimentos doados. Mas se vocês pensam que ambos estavam satisfeitos? Enganaram-se... com vários entreveros entre os jogadores, um festival de cartões amarelos tomou conta da partida. Pelo lado do Uszomi foram cinco (Popó, Léo Gravina, Wellingthon, Helinho e Monstrinho), para o time de Pádua foram mais quatro (Marlon, Vitinho, Piu e Rolinha). Mesmo com um jogo aberto e nervoso, o resultado se manteve inalterado, o que acabou classificando as duas equipes.

Pariscida 0 x 1 LG (Grupo A)

O time de Sumidouro entrou em campo classificado e bastava um empate pra garantir a liderança da chave. Já o time de Aparecida podia perder por até três gols de diferença que estava nas quartas. Resultado disso? Um jogo um pouco mais morno, onde Tulio Voga marcou o gol da vitória do LG aos 20 minutos de jogo, resultado que colocou as duas equipes na fase seguinte.


Artilheiros:

4 gols
Iago (Bávaros) e Preto (Castelo)

2 gols
João Pedro (Pirapepinga), Roger Fill (Cachorro do Mato) e Saulo (LG)

1 gol
Álvaro (Bávaros), Anízio (LG), Caio (Ousadia), Caio Two (Gambalera), Cícero (Jacareanos), Daleste (Pirapepinga) Diego (Cachorro do Mato), Gurgel (Gambalera), Jackson (Pirapepinga), João Paulo (Oheim), Léo Gravina (Uszomi), Lucas (Castelo), Miguel (Dependentes), Monstrinho (Uszomi), Neney (Pariscida), Patrício (Pariscida), Rolinha (Jacareanos), Samuel (Ousadia), Syllas (LG), Tadeu (Dependentes), Tato (Uszomi), Tissi (Gambalera), Túlio Voga (LG), Valdinei (Oheim), Virgílio (Dependentes), Xandy (Ousadia) e Zaz[a (Dependentes)



segunda-feira, 20 de junho de 2016

Foi por medo de avião

Fala galera! O enredo da música de Belchior, com algumas adaptações, cairia muito bem para o mito do boxe, o maior lutador de todos os tempos, Muhammad Ali. O americano que nasceu Cassius Marcellus Clay Jr., falecido no início do mês, e com cartel de 57 vitórias em 62 lutas, é o personagem de hoje do “Causos do Esporte”.

Corria o ano de 1960 e o jovem boxeador ainda era conhecido como Cassius Clay (se converteria ao islamismo em 1965, adotando o novo nome de Muhammad Ali). Com apenas 18 anos ele se classificou para as Olimpíadas de Roma, mas um grande problema colocava em risco a sua participação: seu medo de andar de avião.

A situação era tão complicada que Cassius chegou a pedir dispensa da delegação norte-americana. Depois de muita insistência o boxeador resolveu embarcar rumo à Europa. A solução encontrada? Clay viajaria com um paraquedas preso às costas tanto no voo de ida quanto no de volta.

A persuasão valeu a pena e futuro campeão mundial voltou de Roma com uma medalha de ouro no peito e um paraquedas nas costas, graças a um medo de avião.


Fui!

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Os 10 atletas mais ricos do Rio 2016

Fala galera!

Como todos já sabem, em Agosto começam as Olimpíadas. Os Jogos Olímpicos do Rio 2016 terão mais de 10 mil atletas, alguns mundialmente famosos, outros semi-amadores e, como sempre, alguns aventureiros. Muitos dos mundialmente famosos estão entre os atletas mais ricos do mundo, já que a competição engloba os mais variados esportes, incluindo aqueles onde rolam rios de dinheiro, como o basquete, o tênis, o boxe, o golfe e o futebol.

Os quatro atletas mais ricos do mundo segundo o ranking da Forbes são os boxeadores Floyd Mayweather Jr e Manny Pacquiao, além dos atacantes Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, e Lionel Messi, do Barça. No entanto, nenhum deles estará na Olimpíada, o que torna o tenista Roger Federer, 5º na lista geral da Forbes, como o atleta mais rico do Rio 2016. Segundo a revista, o suíço ganhou US$ 67 milhões (R$ 237 milhões) em 2015, sendo US$ 9 milhões em prêmios da ATP e mais US$ 58 milhões em patrocínios.

Roger Federar será o atleta mais rico do Rio16
Na sequência dos mais ricos dos Jogos, aparecem duas estrelas da NBA: LeBron James (que ainda é dúvida, mas deve vir ao Rio), do Cleveland Cavaliers, e Kevin Durant, do Oklahoma City Thunder - eles são, respectivamente, os números 6 e 7 da lista geral. LeBron fatura US$ 64,8 milhões (R$ 229 milhões) por ano, sendo US$ 20,8 em salários e US$ 44 milhões em patrocínios. Já Durant ganha US$ 54,2 milhões (R$ 191 milhões) por temporada, dos quais US$ 19,1 millhões em salários e US$ 35 milhões em patrocínios.

Talvez o mais "desconhecido" da lista, que vem na 4ª posição, seja o golfista irlândes Rory McIlroy, com US$ 48,3 milhões (R$ 171 milhões) anuais, sendo US$ 16,3 milhões em prêmios e US$ 32 milhões em patrocínios. A partir daí, da 5ª até a 10ª posição, o ranking é ocupado por tenistas e jogadores de futebol.

O único brasileiro presente na lista é Neymar, atacante do Barcelona. Ele ocupa a 8ª posição do ranking, com os vencimentos girando em torno de R$110 milhões por ano. Estou postando abaixo a lista completa dos 10 atletas mais bem pagos. Vale lembrar, novamente, que estão listado apenas os atletas que provavelmente disputarão as Olimpíadas. Entre parênteses, está a posição no ranking geral da Forbes, aí sim incluindo todos os atletas do mundo.

  1. Roger Federer: R$ 237 milhões por ano (5º)
  2. LeBron James:R$ 229 milhões por ano (6º)
  3. Kevin Durant: R$ 191 milhões por ano (7º)
  4. Rory McIlroy: R$ 171 milhões por ano (12º)
  5. Novak Djokovic: R$ 170 milhões por ano (13º)
  6. Zlatan Ibrahimovic: R$ 138 milhões por ano (14º)
  7. Rafael Nadal: R$ 115 milhões por ano (22º)
  8. Neymar: R$ 110 milhões por ano (23º)
  9. Serena Williams: R$ 87 milhões (27º)
  10. James Rodríguez: R$ 86,9 milhões por ano (47ª)

Até a próxima!

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