quinta-feira, 5 de maio de 2016

A Puma de duas listras

Fala galera! No dia primeiro de abril desse ano o Osmar contou um pouco sobre a carreira do maior jogador da história do futebol holandês, Johan Cruyff, alguns dias após o falecimento do mesmo. Como ele bem disse, foi um jogador revolucionário, de técnica apurada, e com espírito de liderança. Mas também não podemos deixar de falar que o holandês sempre foi um jogador (e treinador) polêmico e uma história ilustra bem essa questão.

Cruyff com as duas listras; Suurbier com três
Copa  de 74 e as marcas esportivas

A Copa disputada na Alemanha marcou o início da era do material esportivo. Pela primeira vez na história as seleções divulgavam os materiais esportivos que usavam. Quem vestia o Brasil era a Athleta, já a Holanda contava com as três listras da Adidas em suas mangas, e isso se tornou um problema para o capitão e craque do time.

Patrocinado pela Puma, Cruyff se recusava a usar o uniforme com a marca da Adidas e uma solução foi encontrada para evitar o imbróglio que ele liderava (outros jogadores também entraram na “brincadeira”): ao invés de três listras nas mangas, a camisa 14 teria apenas duas.

Foi uma solução "caseira" que resolveu o problema, e graças a isso nós pudemos conhecer a força máxima da Laranja Mecânica de Rinus Michels, e claro, do capitão Johan Cruyff.


Fui!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Drazen Petrovic

Fala galera! Estava acompanhando agora a pouco a partida entre Toronto Raptors e Miami Heat pelas semi finais de conferência da NBA e vendo o lituano Goran Dragic em quadra, pelo time da Flórida, me lembrei de outro grande jogador do leste europeu, talvez o maior que já saiu de lá, Drazen Petrovic.

Lembro que quando comecei a acompanhar a NBA, ainda na época da Band, vários nomes me chamavam a atenção, entre eles estavam Magic Johnson, pra mim o melhor, Michael Jordan, Larry Bird, Patrick Ewing, John Stockton e Karl Malone. Logo depois surgiu um armador com potencial fantástico, nascido na então Iugoslávia, e que jogava com a 3 do New Jersey Nets, era ele, Petrovic.

Nascido em Sibenik, hoje Croácia, o armador começou a carreira jogando pela equipe local. Se transferiu para o Cibona até ser contratado pelo Real Madrid, da Espanha, em 1988, ano que faturou a prata olímpica pela Seleção Iugoslava.

Da Espanha para a NBA foi um pulo. Draftado pelo Portland Trail Blazers em 1986, ele continuou atuando na Europa por mais três anos antes de estrear pelo time do Oregon, onde ficou por uma temporada e meia. Chegou ao vice-campeonato da liga em sua primeira temporada, mas entrando no decorrer da partida.

Em janeiro de 1991 ele foi envolvido em uma troca entre o Portland, o Denver Nuggets e o New Jersey Nets, pra onde foi levado e se transformou em estrela. Logo na parte final da temporada já se transformou em peça chave da equipe, com média de 12,6 pontos por jogo, mesmo começando todas as partidas no banco.

No início da temporada 91/92 ele assumiu a titularidade da equipe, passando a marcar mais de 20 pontos por partida, e ajudou a levar os Nets aos playoffs, feito que não acontecia desde 1986. Marcou quase 25 pontos em cada uma das quatro partidas que disputou no mata-mata daquele ano, mas não foi suficiente para derrotar o Cleveland Cavaliers.

Em agosto de 92 ele faturaria sua segunda prata olímpica, agora pela Croácia, que perdeu a final de Barcelona para o Dream Team americano.

Quando Drazen voltou dos jogos olímpicos ninguém imaginava que essa seria sua última temporada. Foram mais 70 jogos disputados, levando os Nets novamente aos playoffs e novamente caindo na primeira rodada, dessa vez perdendo a série por 3x2, mas novamente para os Cavs.

A derrota no Richfield Coliseum, casa do Cleveland, no dia 9 de maio daquele ano, marcaria a última partida da curta e mágica carreira do croata. Menos de um mês depois ele sofreria o acidente que lhe tiraria a vida, nas estradas de Dekendorf, Alemanha.

Petrovic se foi e deixoua camisa 3 dos Nets imortalizada. Ainda em 93 a equipe de New Jersey retirou o número das quadras. Em 2002 entrou para o Hall da Fama do Basquete, em Springfield, considerada a maior honraria do esporte da bola laranja.

Pra quem não conheceu, alguns lances da partida entre Nets e Rockets em 93, com direito a atuação de gala de Drazen:


terça-feira, 3 de maio de 2016

Top 10 - Mais partidas no Brasileirão

Fala galera! Hoje o dia é light, sem polêmica (pelo menos por enquanto), sem opinião. Vamos a uma lista que não mudará o mundo, mas que pode ter dar vários argumentos para zoar o seu amigo da escola, do trabalho, ou do futebol.

Vocês sabem quais as equipes que mais partidas disputaram na história do Brasileirão?

A lista tem asteriscos, já que podemos entender que o Brasileirão começou em 1971, ou podemos considerar que vale de 1959 pra frente, quando começou a Taça Brasil, então vamos colocar as duas parciais, pra não ter problema. É possível notar que a lista dos 10 mais conta com os mesmos integrantes, em ambas as variações, mas com modificações na colocação de cada.

Equipes que mais partidas disputaram no Brasileirão desde 1971:
1. Flamengo - 1252 jogos
2. Internacional - 1251
3. São Paulo - 1248
4. Cruzeiro - 1233
5. Santos - 1228
6. Corinthians - 1221
7. Atlético Mineiro - 1219
8. Grêmio - 1206
9. Vasco - 1185
10. Fluminense - 1168

Contando desde 1959:
1. Cruzeiro - 1329 jogos
1. Internacional - 1329
3. Santos - 1327
4. Grêmio - 1323
5. Flamengo - 1318
6. São Paulo - 1310
7. Atlético Mineiro - 1306
8. Corinthians - 1292
9. Vasco - 1257
10. Fluminense - 1244

Santos e Cruzeiro sobem na classificação em virtude das ótimas campanhas que desempenharam durante a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa.

Em breve tem mais lista pra vocês. Curtiram essa? Sabiam dessa curiosidade?

Fui!

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Enfraquecendo o inimigo

Fala galera! Desde o início dos anos 60 que o Bayern de Munique é a principal equipe da Alemanha. Foram 24 títulos de 1969 pra cá (o 25º deve sair no próximo fim de semana) e os rivais se revezam na tentativa de quebrar a hegemonia. Nos últimos anos quem aparece nessa dobradinha é o Borussia Dortmund, que faturou a Bundesliga em 2011 e 2012.

Mas por que todos revezam, menos os Bávaros, que sempre estão entre os primeiros? A resposta não é difícil de encontrar. Tudo passar por uma boa gestão, patrocínios fortes, tradição, e o principal, inteligência para contratar. A mecânica do Bayern é simples. Basta um jogador se destacar no seu principal rival que ele vai lá e compra - ou pelo menos tenta comprar.

Os casos mais recentes são o de Gotze, que anunciou antes da decisão da Liga dos Campeões de 2012/2013 que estava de partida para Munique; o artilheiro Lewandowski, que um ano depois foi quebrar recordes no clube da camisa vermelha; e agora Hummels, o capitão do Borussia que anunciou seu desejo de retornar ao time da capital da Baviera, onde jogou nas divisões de base. É o terceiro destaque que faz a ponte entre Dortmund e Munique em três anos. Enfraquecendo o Borussia e fortalecendo muito o Bayern.

E esse padrão não é recente. Neuer veio do Schalke, assim como Rafinha - passou uma temporada na Itália antes de chegar ao Bayern. O time vinha de três vice-campeonatos em seis anos, ou seja, era uma ameaça real.

Com poderio econômico, com torcida, com estrutura, e com inteligência, o Bayern de Munique se consolida como uma potencia inatingível na Alemanha, e se firma como um dos quatro maiores da Europa.

Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos, agora sob o comando de Carlo Ancelloti, que substituirá Guardiola no comando da equipe na próxima temporada.

Fui!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

The Power Rangers

Fala galera!

Nós, como fãs de futebol, estamos sempre de olho no futebol europeu. É evidente que acompanhamos e conhecemos mais os times das principais ligas europeias, como o futebol ingês, espanhol, italiano e alemão. Mas é certo que os apreciadores do esporte bretão conhecem alguns outros clubes europeus. Se pensarmos na Turquia, por exemplo, sempre vem à nossa mente clubes como Fenerbahce, Galatasaray e Besiktas. Na Holanda, temos PSV e Ajax. Na Grécia, Olympiakos e Panathinaikos. E assim vai. E na Escócia? Se você tivesse que me falar o nome de dois clubes escoceses, quais seriam? Não sei se isso acontece com todo mundo, mas na minha cabeça vem logo os nomes do Celtics e do Rangers.

Hoje estamos pra falar novamente do Rangers. Em junho de 2012, olha só, quase 4 anos atrás, o Luiz Paulo fez um post destacando a falência do clube escocês. Por uma dúvida (não corrigida para os dias atuais) de 27 milhões de euros (cerca de 70 milhões de reais, na cotação da época), o clube fechou as portas e foi comprado por um milionário. Como é obrigado a mudar de nome, o Rangers virou The Rangers. Quase 1 ano e meio depois, em Janeiro de 2014, o Resenha postou novamente, agora falando da ascensão do The Rangers, que já havia vencido a 4ª divisão (de onde teve que recomeçar no campeonato escocês) e estava bem encaminhado para vencer também a 3ª divisão.

Agora, após 4 anos, o antigo Rangers, atual The Rangers, está de volta à 1ª divisão. O clube com mais títulos nacionais no mundo, com 54 ligas e 33 copas da Escócia, subiu tranquilamente quando disputou a 4ª e 3ª divisões. Na primeira vez que disputou a 2ª divisão, na temporada 2014/2015, não teve sucesso, mas agora é definitivo e sua volta à 1ª divisão está selada. Na atual temporada, os Gers passearam. Venceram as 11 primeiras rodadas e confirmaram o acesso no início de Abril, a quatro rodadas do fim. Restando apenas a última rodada, o The Rangers jogou 35 jogos, obteve 25 vitórias, 5 empates e apenas 5 derrotas. Está com 13 pontos à frente do 2º colocado, além de possuir o artilheiro da liga - o inglês Martyn Waghorn, com 20 gols.

Com o acesso, a primeira divisão do campeonato escocês volta a ganhar apelo. Isso por conta do clássico entre Rangers e Celtic, considerado uma das maiores rivalidades do mundo. Recentemente, no meio de Abril, as equipes já se enfrentaram pela semi-final da Copa da Escócia e a rivalidade foi colocada novamente à prova. Deu Rangers, com vitórias nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal. No dia 21 de maio, a equipe fênix que renasceu das cinzas, jogará a final da Copa, em jogo único, contra o Hibernian.

Power Rangers está de volta!

Atá a próxima!

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Papo10 #36 - A estrada sem fim

Flamengo e Fluminense estão sem casa até o fim das Olimpíadas, o que isso pode gerar de consequência para os dois times?


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Deslocados

Ronaldinho: melhor do mundo... no Barça
 É bastante comum escutarmos a história do "jogador de clube", uma figura muito carismática e reverenciada pelos torcedores do seu clube. Após muito destaque, ele chega à Seleção para defender as cores do seu país e aí... decepção. Algum exemplo veio à sua mente?

Tudo bem, não vamos pontuar alguém que tenha sido um vexame na Seleção, mas podemos nomear alguns craques que aparentemente não desempenharam no escrete nacional a mesma magia dos seus clubes.

Começo meu exemplo com Ronaldinho. Craque do Barcelona, celebrado no mundo inteiro como um suspiro do futebol arte no meio da cultura da força e aplicação tática, o camisa 10 da Seleção Brasileira não conseguia emplacar no escrete nacional os mesmos dribles que encantavam o mundo quando atuava pela equipe azul-grená.

Outro nome bem conhecido dos brasileiros é Rivaldo. Talvez o maior injustiçado da história recente da Seleção Canarinho, vencedor do prêmio FIFA de melhor jogador do mundo em 1999, era simplesmente execrado pela opinião pública devido à forma geral de seus desempenhos em campo.

Rivaldo: no lugar certo fez a diferença
Mas qual o problema com esses jogadores? Por que o mundo os ama e os brasileiros cobravam tanto? Por que a sensação de qualidade com a camisa amarela era inferior quando comparada com o clube? Para mim, ambos os casos possuem uma semelhança: o posicionamento desses jogadores. Na Seleção Brasileira, eles ocupavam a posição de armadores e eram responsáveis por criar as jogadas no meio de campo para os atacantes, o que não acontecia no clube catalão, onde tinham total liberdade e atuavam bem mais adiantados. Isso, inclusive, explica o porquê deles finalizarem muito mais por lá e consequentemente cair nas graças da torcida.

No final das contas, uma decisão tática que prejudicou uma parte dessas histórias. Posso considerar como exceção para o Rivaldo a Copa de 2002, justamente quando atuou como atacante e foi um artilheiros da competição, sendo essencial na conquista do penta. Para Ronaldinho, cito a Copa das Confederações de 2005, numa época em que dava gosto de ver nossa Seleção jogar...

E você? Se lembra de mais algum nome? Considera que esse deslocamento tático influenciou no desempenho desses jogadores?


terça-feira, 26 de abril de 2016

A bandeira do time do Bandeira

Fala galera! No último domingo aconteceram as semifinais do Carioca 2016, no jogo das 16 horas o Vasco bateu o Flamengo por 2x0, em Manaus, enquanto que às 19 horas deu Fogão com gol de Ribamar frente ao Flu.

E se o pós-jogo era pra ser de festa para os vencedores e explicação e tristeza para os perdedores, não foi bem assim. Ao invés do jogo, só se fala da entrada em campo dos jogadores do Flamengo. Confesso que só fui ver no dia seguinte à partida, pois não vi o primeiro tempo, e como rubro-negro, fiquei com a cara rubra...

A quebra de protocolo na tentativa de amedrontar o adversário deixou uma interrogação sobre o foco da equipe. Não surtiu efeito algum, pelo contrário, gerou insatisfação para muitos rubro-negros Brasil afora. Mais do que isso, gerou insatisfação para as várias crianças (e os pais delas) que aguardavam ansiosamente pela entrada dos jogadores, crianças que entrariam de mãos dadas, assim como aconteceu com o Vasco.

“Marcar território” representou a vergonha da Nação, virou a imagem de mais uma eliminação, mostrou que esse time não tem perfil vencedor, não tem entrega em campo, a “geração mimada com wi-fi”, como costumo dizer, fez história ontem, ficarão marcados pela derrota. Falo como o Luiz Paulo, apaixonado pelo Flamengo, sócio-torcedor, pai do Arthur, cujo nome foi dado em homenagem ao Zico, não falo como o criador do Resenha Esportiva.

Se vocês, jogadores, não vão honrar o Manto, nós honraremos por vocês na arquibancada, mas saibam que ninguém passa em branco pela Gávea, seja pro lado do bem ou pro lado do mal, basta a vocês escolherem um lado agora. E a você, Eduardo Bandeira de Mello, o melhor presidente da história do Clube de Regatas do Flamengo, exigimos apenas uma postura de cobrança com esses caras, nada mais do que isso.


Fui!

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Saudades de casa

Você já ficou muito tempo fora de casa? Quando sai de férias e no finzinho já não dá aquela vontade de voltar, de dormir na sua cama? Nada como voltar pra casa, não é? Agora imagina ficar quase um ano sem poder voltar. Seria ruim? Como você se sentiria? É exatamente essa a situação do Flamengo. E os efeitos negativos, principalmente, já estão sendo sentidos antes mesmo do meio do ano, antes do inicio da principal competição do futebol brasileiro.

Digo que os efeitos negativos estão sendo sentidos principalmente, mas também há alguns pontos positivos nesta historia toda. Como clube imenso que é, e com torcida em todo território nacional, a principal boa nova é a proximidade com seus torcedores de todos os lugares e cantos. Enchendo estádios em Brasilia, Espirito Santo, Juiz de Fora, Nordeste e São Paulo mostra a força de sua torcida e o quanto esta é carente de ver seus clubes favoritos de perto. Esta situação pode ser melhor explorada e tornar-se uma fonte de receita para o clube de forma mais sustentável. As arenas da Copa estão aí, pedindo pra serem usadas.

Mais sustentável sim, pois o que é claro em tudo isso é que não há planejamento algum, e desde o inicio. Mesmo sabendo que não teriam o Maraca (Não se sabe bem o por que? A minha teoria hoje, é que foi pelo simples fato de querer enfraquecer o estadual, afinal como agora o Maraca vai ser liberado para as finais? Estranho né? Mas isto deixo pra depois), não se anteciparam em nada que pudesse diminuir o desgaste que o time de futebol passa a cada rodada. Isto é imperdoável para a atual diretoria e presidência.

O preocupante em tudo isso é que o time em campo esta sofrendo as consequências. Falta tempo para treinar, falta tempo para se recuperar fisicamente. Vocês já viajaram de avião e tiveram algum desconforto na viagem? Mexe com o corpo inteiro, fica-se mal fisiologicamente. Imagina o tempo todo voando pra lá e pra cá. Não há atleta que aguente, não há corpo que se recupere. E o futebolzinho é esse, não adianta culpar o técnico. Ou pior, não adianta trocá-lo.

Espero que com a volta do Maraca (sabe se lá quando), não se esqueçam da torcida em todo o resto do país. Mas se programem para poder apenas tirar vantagens desta situação. Dá para fazer. Não só Flamengo, mas todos os outros clubes tem um mercado imenso a explorar. De forma organizada alguns problemas podem ser minimizados como a distancia e o efeito negativo de tantas viagens. Uma vez ou outra e de forma planejada, não vai fazer mal a ninguém, muito pelo contrario, vai estreitar os laços com seus apaixonados torcedores.

Sei que os clubes do Rio, inclusive o Vasco, sentem falta do Maraca. Mas o pior de não ter o estádio é não ter organização. Todos os 4 grandes, mas principalmente Flamengo e Vasco, mostraram que tem como aproveitar o potencial de sua torcida. Mas para isso, precisa respeita-la, aproximar-se dela. O que adianta chegar em uma cidade e não ter nenhum contato com seus torcedores? Entrar mudo e sair calado com seus fones no ouvido é um desrespeito a toda a massa que consagra seus clubes. Somos nós torcedores que criamos os ídolos. Só no estádio, é pouco. A gente merece mais, muito mais.

E por enquanto é mais um jogo em Manaus, estádio lotado (mais uma vez as torcidas mostrando sua força), mas que horário é esse? As 15 horas (horário de Manaus) é sacanagem. No mais, é vida que segue... e que o sinal da emissora resista ao calor...

sexta-feira, 22 de abril de 2016

A seleção dos mais caros do mundo

Fala galera!

Você sabia que com um investimento de 710 milhões de euros (aproximadamente R$ 2,9 bilhões) em contratações, qualquer time de futebol poderia montar a seleção dos jogadores mais caros do planeta? É essa a soma dos valores de mercado dos atletas mais valiosos de cada posição no futebol mundial, estimados pelo conceiturado site “Transfermarkt”, especializado em transações de jogadores.

O pódio do ranking dos jogadores mais caros segue justamente a ordem de classificação da última edição da Bola de Ouro. O argentino Lionel Messi, do Barcelona, tem valor estimado de 120 milhões de euros (R$ 500 milhões), contra 110 milhões de euros do português Cristiano Ronaldo (R$ R$ 460 milhões), do Real Madrid, e 100 milhões de euros (R$ 416 milhões) de Neymar.

Apesar de ficar em terceiro no ranking, o brasileiro não aparece na seleção de mais caros do “Transfermakt” devido a critérios táticos –atacante pelos lados do campo, disputa posição justamente com Messi e Cristiano Ronaldo.

O time dos mais valiosos do planeta é dominado por Bayern de Munique, Real Madrid e Barcelona. O meia francês Paul Pogba, da Juventus, avaliado em 65 milhões de euros (R$ 270 milhões), é o único jogador que não pertence a um dos três clubes.

Quanto à nacionalidade, apenas Alemanha e Espanha, as duas últimas campeãs mundiais, têm mais de um representante na seleção. Áustria, França, Argentina, Colômbia, Portugal e Uruguai também aparecem na lista.

O Brasil não está na seleção. Neymar, o brasileiro mais caro, fica apenas entre os “reservas” desse time. Já Marcelo, do Real Madrid, é o terceiro lateral esquerdo mais valioso do planeta – com valor estimado de 30 milhões de euros (R$ 125 milhões) - ficando atrás de David Alaba (Bayern) e Jordi Alba (Barcelona).

Conheça a seleção dos mais caros do mundo (por posição):

  • G – Manuel Neuer (ALE, Bayern) – 45 milhões de euros
  • LD – Dani Carvajal (ESP, Real Madrid) – 25 milhões de euros
  • Z – Sergio Ramos (ESP, Real Madrid) – 40 milhões de euros
  • Z – Jérôme Boateng (ALE, Bayern) – 40 milhões de euros
  • LE – David Alaba (AUT, Bayern) – 45 milhões de euros
  • V – Sergio Busquets (ESP, Barcelona) – 50 milhões de euros
  • V – Paul Pogba (FRA, Juventus) – 65 milhões de euros
  • MAD – Lionel Messi (ARG, Barcelona) – 120 milhões de euros
  • MAC – James Rodríguez (COL, Real Madrid) – 80 milhões de euros
  • MAE – Cristiano Ronaldo (POR, Real Madrid) – 110 milhões
  • A – Luis Suárez (URU, Barcelona) – 90 milhões de euros

Até a próxima!

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