sábado, 22 de novembro de 2014

A hora de escrever a história

Fala galera! Em maio desse ano apresentamos uma estatística que mostrava que a Mercedes encaminhava para se tornar a equipe mais dominante da história da Fórmula 1. Na ocasião, após cinco etapas do Mundial, a equipe alemã havia conquistado 91,63% dos pontos disputados, perdendo apenas para a Williams de Mansell e Patrese, que em 1992 havia feito 92,50% dos pontos nas primeiras etapas.

Com uma vitória e um oitavo lugar na etapa seguinte, que seria disputada em Mônaco, a equipe tomaria a ponta da "Williams Voadora". Só que eles foram além... com vitória de Rosberg e segundo lugar de Hamilton, a Mercedes pulverizou as estatísticas.

Agora, faltando apenas uma etapa para o fim da temporada, Rosberg e Hamilton precisam terminar ao menos com a 2ª e a 3ª colocação para ultrapassar a recordista, a "McLaren perfeita" de 1988, quando Senna e Prost disputaram o título.

Na ocasião a equipe venceu 15 das 16 etapas, conquistando 10 dobradinhas - recorde que foi batido no GP de Interlagos, quando Rosberg e Hamilton garantiram a 11ª dobradinha na temporada, mas é importante considerar que em 2014 teremos 19 etapas, ou seja, 3 a mais do que tivemos em 1988. Ao todo foram conquistados 199 pontos, de um total de 240 em disputa, um percentual de 82,92%.

Hoje, sem considerar a etapa final de Abu Dhabi, que será disputada amanhã, a Mercedes somou 651 pontos de 774 em disputa, um percentual de 84,11%, o que já lhe daria o recorde.

Só que com o novo regulamento da temporada 2014, a prova final vale o dobro de pontos, o que nos deixa mais 86 pontos em aberto e obriga que os pilotos da equipe, que brigam pelo título da temporada, estejam ao menos no pódio. Se isso acontecer, teremos uma nova recordista e a equipe perfeita de 1988 fica pra trás.

Em caso de vitória de um dos pilotos, basta ao outro piloto a 6ª colocação para que o recorde seja batido.

Mas caso nada disso aconteça e uma grande zebra apareça teremos que continuar vibrando com as vitórias de Senna e de Prost e da McLaren-Honda de 1988, se bem que nada impede que possamos continuar colocando a equipe perfeita no pedestal.

Boa corrida para todos!

Fui!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Hamilton x Rosberg: chegou a hora da verdade

Fala galera!

Pra quem tá acompanhando, durante toda a semana, o Resenha está fazendo um especial da Fórmula 1, em homenagem à última e decisiva semana do mundial deste ano. Os posts estão fazendo bastante sucesso e tendo uma aceitação muito boa dos nossos leitores. Na segunda-feira, falamos sobre o novo brasileiro que atuará na F1 no ano seguinte e listamos todos os brasileiros que já tiveram participação. Na terça-feira, o presidente Luiz Paulo listou as 5 melhores corridas do ídolo Ayrton Senna, imperdível! Na quarta-feira, contamos o que aconteceu no fatídico dia em que Damon Hill não riu e ontem falamos de um dos maiores duelos da história da F1, o embate entre Senna e Prost. Se vocês ainda não leram algum desses posts, leiam pois vale a pena. Todos eles vêm cheio de informações e a nossa pitada de opinião.

Hoje vamos falar da última e decisiva etapa da F1 deste ano, que será disputada no domingo, às 11h (horário de Brasília), em Abu Dhabi. Após um ano repleto de polêmicas (dentro e fora das pistas), o inglês Lewis Hamilton e o alemão Nico Rosberg chegam com chances de títulos. A diferença de pontos é de 17 (334 a 317) a favor do inglês. Pra completar, com a regra dos pontos dobrados na etapa final, a disputa fica ainda mais acirrada. Caso Nico vença, por exemplo, Lewis será obrigado a conseguir o 2º lugar para ser campeão. Veja abaixo, numa tabela feita pela Globo, o que cada um deles precisa fazer para terminar a corrida como campeão mundial de 2014:


A verdade é que ninguém sabe como está o clima entre os dois. Ninguém sabe se a amizade foi, de fato, selada, ou se os ânimos continuam exaltados. No início do ano, quando a Mercedes já havia se destacado na pré-temporada e se mostrado favorita, o inglês e o alemão estavam muito animados e ansiosos com a provável briga pela taça e disseram que a amizade não seria abalada por conta disso. Pura balela. Nas três primeiras etapas, o duelo foi como tem de ser, limpo e esportivo. Mas aí todos sabem da história: veio o estopim no treino classificatório de Mônaco, onde Rosberg foi acusado de provocar a bandeira amarela justamente pra impedir Hamilton de conquistar a pole position. Depois, houve o toque entre eles no GP da Bélgica, por uma exaltação de Nico. Aí virou briga declarada.

No domingo, estejam atentos pois a briga vai ser boa. O campeonato ainda está em aberto e um descuido por qualquer um dos pilotos pode ser crucial para decidir quem se consagrará campeão. O GP de Abu Dhabi vai ser imperdível.

Lewis Hamilton bicampeão ou Nico Rosberg colocando seu nome pela primeira vez na seleta lista do campeões?

Façam suas apostas!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Senna x Prost, o maior duelo da história da F1

Fala galera! Em mais um dia do nosso Especial Fórmula 1 que contempla o final da temporada 2014 da categoria, vamos falar do que provavelmente é o maior duelo da história do automobilismo. Nunca, em categoria alguma, vi uma rivalidade como a que tiveram Ayrton Senna e Alain Prost entre os anos de 88 e 91 e ainda em 93. Foram 5 temporadas intensas!

Em 1988, quando Ayrton saiu da Lotus rumo à McLaren, Prost já era bicampeão do mundo e já contava com 19 vitórias no cockpit da escuderia de Ron Dennis. Exceto em sua primeira temporada pelo time inglês. em 1984, quando perdeu o título por 0,5 para Niki Lauda, também da McLaren, o francês sempre "sobrou" em cima do companheiro de equipe.

Nas primeiras quatro etapas Prost disparou na tabela, foram três vitórias contra uma do brasileiro. Dali em diante a disputa, que até então era pacífica entre eles, voltaria a se equilibrar, com Senna vencendo 6 das próximas 7 corridas, e ficando 3 pontos à frente do francês.

O fim do campeonato todos nós conhecemos, Senna venceu em Suzuka na penúltima etapa e faturou o seu primeiro título. Nessa temporada uma amostra do que veríamos nos anos seguintes aconteceu em Estoril, Portugal, na 13ª etapa da prova. Prost tentou passar Senna por dentro, o brasileiro forçou o francês a passar raspando no muro dos pits, com isso o bicampeão manobrou e fez a ultrapassagem por fora, deixando Ayrton pra trás e gerando a primeira "pendência" entre eles.

Em 1989 fizeram um acordo informal que dizia que não haveria briga entre eles na primeira curva das corridas, cada um seguiria sua trajetória, sem interferir na trajetória do outro. Senna largou na pole e manteve a posição, só que na 4ª volta aconteceu o acidente de Berger na Tamburello, a mesma que vitimaria Ayrton 5 anos depois, e a corrida foi interrompida. Na relargada Prost se deu melhor, mas Senna forçou a barra para ultrapassá-lo, quebrando o acordo. Alain reclamou com o time depois, mas o brasileiro alegou que ali não era mais a largada, era a relargada, portanto o acordo não valia para aquele momento. Pronto... a rivalidade ganhava o ingrediente que faltava para pegar fogo!

A temporada transcorreu com os pilotos sem se falar. Senna queria ganhar de Prost que queria ganhar de Senna, não importava se a briga era pela 1ª ou pela 20ª posição, o que importava era não terminar atrás do outro.
Os primeiros passos na McLaren, a decisão de 89,
a de 90 e o último pódio em 1993

Veio Suzuka, penúltima etapa da temporada, e Senna precisava da vitória para adiar a decisão para o GP da Austrália. Com muito mais gás, o brasileiro partiu pro ataque e faltando 6 pontos ele forçou a ultrapassagem na chicane, Prost jogou o carro pra cima do então campeão e impediu que ambos completassem a sequencia de curvas. O francês saiu do carro, mas o brasileiro voltou à prova com a ajuda dos fiscais e venceu a corrida (clique no link para a história completa), mas foi desclassificado depois.

Em 90, com Prost já na Ferrari, Senna jogou o carro pra cima do francês já na largada, na mesma etapa de Suzuka, e comemorou o bicampeonato. Em 91 Ayrton não deu chances para Prost, que terminou a temporada apenas na 5ª colocação e anunciou que não correria em 92, após ser demitido pela Ferrari.

O ano de 1992 foi um ano sabático na disputa, Mansell foi campeão com sobras e quebrando vários recordes, Senna parecia sentir falta do seu maior incentivo, a presença de Prost no grid. Com isso terminou a temporada apenas na 4ª colocação, ficando atrás dos dois carros da Williams voadora e do garoto-revelação-polêmico Michael Schumacher.

Com a saída do Leão para a Fórmula Indy em 1993, os serviços de Prost foram requisitados pela Williams, e o professor viu no carro uma possibilidade única de "humilhar" o brasileiro na temporada, já que seu carro era extremamente superior. Do meio da temporada pra frente, depois de boas brigas nas primeiras etapas, prevaleceu a estabilidade da Williams e Alain conquistaria seu 4º título mundial.



Frank Williams resolve contratar Ayrton Senna para a temporada de 94, os melhores pilotos no melhor carro, mas o francês resolve não reviver a rivalidade e se aposenta de vez. Do GP da Austrália de 1993 em diante os dois se aproximam, no dia 1º de maio de 1994, o dia da morte de Ayrton Senna, Prost está no motorhome da Renault e Senna chega para conversar, uma surpresa para todos. minutos depois o francês vista o brasileiro nos boxes da Williams e esse seria o último contato entre os dois maiores rivais da história da Fórmula 1.

Aqui um link com uma ótima entrevista do tetracampeão que foi concedida qautro anos após a morte de Ayrton.

Nessa história não existe vilão e nem mocinho, existem dois grandes pilotos, dois dos maiores da história, e que fizeram com que muitos se apaixonassem pelo automobilismo.

Amanhã tem mais...

Fui!

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O dia que Damon não riu

Fala galera! Depois da relação de todos os brasileiros na história da Fórmula 1 e do Top 5 com as melhores corridas da carreira de Senna, vamos ao Mundial de 1994, o primeiro conquistado por Michael Schumacher.

Muitas mudanças aconteceram na categoria entre os anos de 93 e 94, a maioria delas tentava impedir um provável domínio da melhor equipe, a Williams, com o melhor piloto do grid, Ayrton Senna, que fecharam contrato para a temporada. Solitário na disputa aparecia o jovem Michael Schumacher e o seu não tão confiável carro da Benetton, que vinha de boa temporada em 93, mas ainda não era um candidato ao primeiro lugar.

Só que a temporada começou com uma Williams tentando se adaptar às mudanças, sem suspensão ativa, sem câmbio automático e sem o controle de tração, ou seja, suas melhores características. Com tudo isso, Schumacher e seu carro número 5 dispararam na frente, faturaram 6 das 7 primeiras provas e com 90 pontos por disputar já colocava 37 pontos sobre Damon Hill, o segundo do Mundial e que se tornara piloto nº 1 da equipe após a morte de Senna.

Só que Hill não desistiria fácil... se aproveitando de uma desqualificação do alemão devido ao não cumprimento de um "stop and go" na prova seguinte, ele venceria e diminuiria para 27 pontos a diferença.
Schumacher joga o carro pra cima de Hill

No Grande Prêmio da Bélgica, 11ª etapa do Mundial, Schumacher venceria, mas teria a vitória cassada após irregularidades serem encontradas em seu carro. O britânico herda a vitória e garante mais 20 pontos nas duas provas seguintes, se aproveitando da ausência do alemão, que havia sido suspenso das etapas. A diferença caia pra 1 ponto apenas, 76 x 75 para Michael.

Os GPs da Europa e do Japão não mudariam o campeonato, com uma vitória e um segundo lugar para cada um, a última etapa decidiria o título, Schumacher chegava a Adelaide com 92 pontos, Hill com 91.

Nos treinos de classificação tudo indicava um domínio da Williams, já que Mansell (que voltou ao time para algumas etapas depois que Senna morreu) fez a pole e Hill ficou em terceiro, com Schumacher entre eles.

Logo na largada Mansell perdeu a posição para os líderes da temporada, que passariam a brigar pelas próximas 34 voltas em busca da vitória e do título. No início da 35ª volta o alemão perde o controle de seu carro, raspa no muro e se danifica, sem ter o que fazer e sabendo que o campeonato que estava ganho acabava de ir "para o saco" fecha Damon Hill pela esquerda, o inglês tira o carro para a direita, mas não Michael volta a jogar o carro em cima de Hill, dessa vez na direita, quebrando sua suspensão dianteira. O piloto da Williams ainda chega aos boxes para tentar o reparo, em vão... ele não conseguiria voltar para a prova e o título ficava com Schumacher.


A Williams ainda exigiria uma punição ao piloto da Benetton com toda razão, mas Max Mosley, entõa presidente da FIA, já tinha escolhido seu campeão. A 45ª temporada da maior competição automobilística da história ficaria nas mãos do garoto Michael Schumacher, o primeiro de seus 7 títulos, ainda com 25 anos de idade. O veterano de 34 anos ainda teria que aguardar até 1996 para cravar seu nome na história da competição.

Nesse dia 13 de novembro de 1994 o seu sobrenome ficou mais triste, nesse dia o inglês de Londres não riu, nesse dia, Damon Hill chorou.

Fui!

terça-feira, 18 de novembro de 2014

As 5 melhores corridas de Senna

Fala galera! Ayrton Senna já foi tema do Resenha Esportiva em diversas oportunidades e isso não é de se estranhar, já que os blogueiros que aqui escrevem são nascidos entre o final da década de 70 e o final da década de 80, ou seja, viveram o "fenômeno" Ayrton Senna. Pra mim Senna foi mais que um fenômeno, ele foi um ícone do esporte mundial, talvez seja até hoje.

Pensando nisso, e continuando nossas "comemorações" que antecedem a etapa final da Fórmula 1 2014, elaborei junto com mais 4 amigos uma relação com as 5 melhores corridas da carreira de Ayrton Senna. Nessa relação tivemos 3 provas que foram "hors concours", todos selecionaram, e começamos com elas, seguindo a ordem cronológica, mas antes, vamos apresentar nossos colaboradores:

Douglas Rocha - jornalista da Agência Efe
Guilherme Carvalho - professor e apaixonado por Fórmula 1
Pablo Cunha - Sócio fundador do site Tô na Dúvida e piloto virtual
Sérgio Cerqueira - advogado e enciclopédia viva da Fórmula 1

Mônaco 1984 - 2º lugar - Toleman
Mônaco 84, Estoril 85, Interlagos 91, Mônaco 92 e Donington 93
Nada poderia resumir melhor essa prova do que "um show de um novato em uma equipe ruim e debaixo de um dilúvio". Senna apareceu pro mundo nesse dia, e mesmo que ainda demorasse alguns anos para ser chamado de Rei de Mônaco, foi aqui que ele pegou a coroa. Vale a pena dar uma lida no texto que conta a história inteirinha dessa etapa. Mas Guilherme fez uma observação interessante sobre a paralisação da prova: "Bellof venceria, ele vinha muito mais rápido em terceiro".

Interlagos 1991 - 1º lugar - McLaren
Faltava uma vitória no Brasil! Senna já era campeão do mundo e já era ídolo. Mas o brasileiro queria uma vitória do seu maior ídolo aqui, em nossa casa. Depois de bater na trave alguns anos, tudo parecia conspirar para a realização do sonho. Mas perder praticamente todas as marchas e ser obrigado a correr as voltas finais com a mão direita no câmbio para manter a 6ª marcha, a única que funcionava, ativa, pesou para um desgaste físico e emocional excessivo. Senna venceu talvez uma das provas mais difíceis de toda a sua carreira, "com requintes de emoção e crueldade", como resumiu o Douglas.



Donington Park 1993 - 1º lugar - McLaren
A Williams já era a equipe a ser batida na Fórmula 1 e Senna continuava na McLaren, já sem os motores Honda, e agora com a companhia no grid do novato promissor da Benetton, Michael Schumacher. Pra mim 1993 foi a melhor temporada da carreira de Senna, mesmo sem o título. Conquistar o vice-campeonato com o carro que tinha, sem um companheiro de equipe eficiente, já que Michael Andretti foi uma lástima, e com os rivais que estavam na pista, foi heróico. E para garantir seus pontinhos era necessário muito braço, muita sorte e muita inteligência, como ele fez em Donington. Foi nessa prova que Senna fez a que consideram a melhor primeira volta da história da Fórmula 1, ultrapassando 5 carros e terminando a volta já na liderança. Douglas afirma que "o que Senna fez em Donington Park há 21 anos é para assistir uma vez por semana, pelo menos, e aplaudir de pé".

Além das 3 provas unanimes, ainda completam nosso top 5 outras duas vitórias com excelência, mantendo a ordem cronológica vamos começar em 1985, com sua primeira vitória.

Estoril 1985 - 1º lugar - Lotus
A primeira vitória com certeza é inesquecível. Se tratando de Ayrton Senna ela se torna mais ainda! Com apenas 25 anos ele já estava na Lotus, uma decadente Lotus, é verdade, mas que ainda poderia lhe dar alguns pontos na temporada e fazer com que seu nome ganhasse mais força na categoria. A segunda etapa da temporada veio junto com a chuva. E se hoje todos sabem que chuva e Ayrton Senna formam uma ótima dobradinha, naquela época ainda era uma novidade, só tendo como lembrança o GP de Mônaco do ano anterior. Com 2 horas de prova e quase 1 volta de vantagem para Alboreto, o segundo colocado, o brasileiro faturou sua primeira vitória com direito a pole e volta mais rápida.

Mônaco 1992 - 1º lugar - McLaren
Essa etapa pode não ser tão significante com relação ao campeonato. Mas Mônaco era a 6ª etapa do Mundial, Mansell tinha vencido as 5 anteriores e tinha feito a pole nas 6. Alguém conseguiria parar sua Williams voadora? Só uma combinação poderia pará-los: Senna + Mônaco. Sem chuva, ou seja, sem a vantagem que o brasileiro poderia ter, ele passou Patrese logo na largada e pulou pra segunda colocação, posição que ficou até a 70ª volta, quando tinha aproximadamente 30 segundos de desvantagem para o Leão. Com um problema na roda o líder do campeonato foi obrigado a entrar nos boxes, voltando 5,2 atrás de Senna. As últimas 8 voltas foram um Deus nos acuda... Mansell tirou 3 segundos em 2 voltas e colou. Tentou de um lado, tentou de outro, mas na frente estava Senna, que mesmo com um carro inferior não abriria espaço. 78 voltas de corrida e Senna se igualava a Graham Hill como o maior vencedor da história do Principado. Lembro desse dia como se fosse hoje, eu já esperava o segundo lugar que ainda não tinha aparecido na temporada, era de terceiro pra baixo, e quando eu vi Senna na ponta a emoção tomou conta, era a bandeirinha na mão esperando o 'tan tan tan', que veio, e foi um dos mais gostosos que já vi.



É isso galera, além dessas 5 poderíamos usar mais uma "renca" de provas, foram mais 156 largadas, a maioria delas levando o carro na ponta dos cascos, com agressividade (que falta aos nossos pilotos atuais), com perspicácia, com talento, com raça.

Senna sempre será lembrado pelos seus fãs, e me incluo entre eles.

Amanhã tem mais Fórmula 1!

Fui!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Mais um brasileiro na Fórmula 1

Emerson e Piquet em 1980
Fala galera! Na semana passada foi anunciado que Felipe Nasr, brasileiro que disputa a GP2 nessa temporada, será piloto titular da Sauber na temporada 2015. A confirmação de Nasr faz com que ele seja o 31º brasileiro a ser piloto titular na maior categoria do automobilismo mundial.

Desde Chico Landi, entre os anos de 51 e 56, passando por Emerson Fittipaldi, o primeiro brasileiro campeão, e a dupla de tricampeões, Nelson Piquet e Ayrton Senna, até a temporada atual, já foram 30 (2 deles estrangeiros naturalizados brasileiros) pilotos defendendo as cores de nosso país, muitos com destaque, outros que não deixaram lembranças.

 Nessa semana que antecede a etapa final da Fórmula 1 2014 vamos priorizar o assunto e começamos com os números de todos os "brazucas" da história. Será que você se lembra de todos eles?

1. Chico Landi - 4 temporadas (51-53 e 56) - 6 GPs - 1,5 pontos
2. Gino Blanco - 1 temporada (52) - 4 GPs
3. Nano da Silva Ramos - 2 temporadas (55 e 56) - 7 GPs - 2 pontos
4. Fritz d´Orey - 1 temporada (59) - 3 GPs
5. Emerson Fittipaldi - 11 temporadas (70-80) - 149 GPs - 14 vitórias - 6 poles - 35 pódios - 281 pontos - 2 títulos mundiais (72 e 74)
6. Wilsinho Fittipaldi - 3 temporadas (72-73 e 75) - 38 GPs - 3 pontos
7. José Carlos Pace - 6 temporadas (72-77) - 73 GPs - 1 vitória - 1 pole - 6 pódios - 58 pontos
8. Luiz Pereira Bueno - 1 temporada (73) - 1 GP
9. Ingo Hoffmann - 2 temporadas (76-77) - 6 GPs
10. Alex Dias Ribeiro - 3 temporadas (76-77 e 79) - 20 GPs
11. Nelson Piquet - 14 temporadas (78-91) - 208 GPs - 23 vitórias - 24 poles - 60 pódios - 485,5 pontos - 3 títulos mundiais (81, 83 e 87)
12. Chico Serra - 3 temporadas (81-83) - 33 GPs - 1 ponto
13. Raul Boesel - 2 temporadas (82 e 83) - 30 GPs
Senna e Rubinho em 94
14. Roberto Pupo Moreno - 7 temporadas (82, 87, 89-92 e 95) - 75 GPs - 1 pódio - 15 pontos
15. Ayrton Senna - 11 temporadas (84-94) - 162 GPs - 41 vitórias - 65 poles - 80 pódios - 610 pontos - 3 títulos mundiais (88, 90 e 91)
16. Maurício Gugelmin - 5 temporadas (88-92) - 80 GPs - 1 pódio - 10 pontos
17. Christian Fittipaldi - 3 temporadas (92-94) - 43 GPs - 12 pontos
18. Rubens Barrichello - 19 temporadas (93-2011) - 326 GPs (recorde da categoria) - 11 vitórias - 14 poles - 68 pódios - 636 pontos
19. Pedro Paulo Diniz - 6 temporadas (95-2000) - 99 GPs - 10 pontos
20. Ricardo Rosset - 3 temporadas (96-98) - 33 GPs
21. Tarso Marques - 3 temporadas (96-97 e 2001) - 26 GPs
22. Ricardo Zonta - 5 temporadas (99-2001 e 2004-2005) - 37 GPs - 3 pontos
23. Luciano Burti - 2 temporadas (2000-2001) - 15 GPs
24. Enrique Bernoldi - 2 temporadas (2001-2002) - 29 GPs
25. Felipe Massa - 12 temporadas (2002 e 2004-2014) - 211 GPs - 11 vitórias - 16 poles - 38 pódios - 914 pontos
26. Cristiano da Matta - 2 temporadas (2003-2004) - 29 GPs - 13 pontos
27. Antônio Pizzonia - 3 temporadas (2003-2005) - 20 GPs - 8 pontos
28. Nelsinho Piquet - 2 temporadas (2008-2009) - 28 GPs - 1 pódio - 19 pontos
Nasr e Massa: os brasileiros em 2015
29. Bruno Senna - 3 temporadas (2010-2012) - 26 GPs - 16 pontos
30. Lucas di Grassi - 1 temporada (2010) - 19 GPs
31. Felipe Nasr

E ainda tivemos Luiz Razia, que chegou a fechar contrato com a Marussia anos atrás mas que na hora H deu tudo errado e ele não pegou a vaga de titular.

É inegável que o país conta com tradição no esporte, mas também é importante ressaltar que não existe apoio algum da Confederação Brasileira de Automobilismo. Sem apoio financeiro da família ou de algum patrocinador forte, é impossível obter resultados a curto prazo.

Amanhã voltamos com mais Fórmula 1.

Fui!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Os estádios mais diferentes e curiosos do mundo - parte 2

Fala galera!

Na semana passada, fizemos o post com a 1ª parte dos estádios mais diferentes e curiosos do mundo. Falamos do Estádio Marina Bay, em Cingapura, que é um estádio flutuante. Falamos também do Estádio AXA, em Portugal, da equipe de Braga, que foi feito ao lado de uma pedreira e é uma das construções arquitetônicas mais impressionantes do país. Por último, falamos do Estádio Croatia Gospin Dolac, na Croácia, que fica ao lado de um precipício de 500m, que desemboca em um belo lago. Se você ainda não viu, clique aqui, pois vale a pena!

Pois bem, hoje vamos fazer a 2ª parte do post, com estádios tão impressionantes e curiosos quanto os que citamos na semana passada.

1) Estádio Eidi - Ilhas Faroé

As Ilhas Faroé é um arquipélago entre a Islândia e a Escócia, no Atlântico Norte. O estádio Eidi fica localizado justamente nesse arquipélado, e é utilizado por times semi-profissionais da região. O curioso do estádio é que ele é totalmente rodeado por águas marítimas e os torcedores quase não tem espaço para poderem assistir aos jogos. Quem quiser ver, tem que se virar num pequeno espaço disponibilizado. E o pior: tem que ficar de pé durante toda a partida. Agora o mais interessante são os gandulas. Durante os jogos, eles ficam em barcos, para poderem resgatar as bolas que são isoladas pelos jogadores e caem no mar.


2) Estádio Mmabatho - África do Sul

O estádio Mmabatho fica na cidade de Mafikeng, na África do Sul, e é um estádio multiuso, embora seja mais utilizado para o futebol. Tem capacidade para quase 59.000 pessoas e foi construído em 1981 por uma empresa russa, daí seu design um tanto peculiar. As arquibancadas são dispostas de uma maneira bem diferente, num desenho com uma forma que lembra um asa delta. Costuma ficar bem cheio nos jogos dos times locais.



3) Estádio Igraliste Batarija - Croácia

O Estádio Igraliste Batajira também está localizado na Croácia, como o Croatia Gospin Dolac, que falamos no post anterior. Com capacidade para apenas 1.000 espectadores, foi construído bem no meio de fortificações medievais, que ainda existem hoje. Ele está bem no meio do castelo Kamerlengo e da Torre de São Marco. Inclusive, uma das melhores vistas para apreciar os jogos é a do restaurante localizado no topo de umas das torres. De quebra, você ainda não precisa de pagar ingresso. É o campo onde o clube croata HNK Trogir joga.




Fazendo a pesquisa por todos esses estádios curiosos e diferentes, ainda restaram uns 2 ou 3 que achei bem diferentes do que estamos acostumados. Como o primeiro post foi "bem aceito" pelos nossos usuários, caso este aqui também seja, trago os estádios restantes na semana que vem. Inclusive, entre eles, tem um estádio brasileiro que não é muito comum, quem chuta qual é?

Até a próxima!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Que nome é teu?

Não foi uma ou duas vezes que falei por aqui sobre os nomes dos jogadores de futebol. Já critiquei a falta de apelidos e o excesso de nomes dos atletas, mostrando que prefiro o Obina ao Stéfano Yuri; já falei que os ex-jogadores que se tornam treinadores "ganham um nome composto", casos de Argel Fucks e Dorival Júnior; mas hoje vou inverter as bolas, não que eu tenha mudado de ideia, pelo contrário, continuo preferindo um Zico, um Lico, um Dunga, a um Diego Souza, um Gustavo Scarpa ou um Luís Fabiano da vida.

Branco, Müller, Alemão e Careca, tudo junto
Uma das diversões quando mais novo era exatamente descobrir qual era o nome verdadeiro de determinado jogador. Era legal abrir o álbum de figurinhas e ver que o Mazinho se chamava Iomar do Nascimento, que o Taffarel era o Cláudio André Mergen Taffarel e que o Bobô era o Raimundo Nonato Tavares da Silva. Hoje isso acabou, primeiro porque não coleciono mais o álbum do Brasileirão, segundo porque os jogadores praticamente não usam mais apelidos.

No post de hoje vamos mostrar qual o verdadeiro nome de alguns dos grandes jogadores que já vestiram a camisa da Seleção Brasileira. Montei uma seleção brasileira dos apelidos, tentando pegar apenas jogadores que vi em campo e que tenham disputado ao menos uma Copa do Mundo, Copa América ou Copa das Confederações. Peguei atletas que atuaram da década de 80 em diante, pra dificultar a pesquisa mesmo! Vamos ver onde isso vai dar.

1 - Zetti - goleiro - 10/01/1965 - Armelino Donizetti Quagliato - Porto Feliz/SP - Alguns clubes da carreira: Palmeiras, São Paulo, Fluminense e Santos


2 - Cafu - lateral direito - 07/06/1970 - Marcos Evangelista de Morais - São Paulo/SP - Alguns clubes da carreira: São Paulo, Palmeiras, Roma e Milan


3 - Júnior Baiano - zagueiro - 14/03/1970 - Raimundo Ferreira Ramos Júnior - Feira de Santana/BA - Alguns clubes da carreira: Flamengo, São Paulo, Palmeiras e Vasco


4 - Cláudio Caçapa - zagueiro - 29/05/1976 - Cláudio Roberto da Silva - Lavras/MG - Alguns clubes da carreira: Atlético Mineiro, Lyon, Newcastle e Cruzeiro


Caçapa é camisa 10 no meu time de apelidos

5 - Alemão - volante - 22/11/1961 - Ricardo Rogério de Brito - Lavras/MG - Alguns clubes da carreira: Botafogo, Napoli, Atalanta e São Paulo


6 - Branco - lateral esquerdo - 04/04/1964 - Cláudio Ibraim Vaz Leal - Bagé/RS - Alguns clubes da carreira: Fluminense, Porto, Genoa e Flamengo


7 - Müller - atacante - 31/01/1966 - Luis Antônio Corrêa da Costa - Campo Grande/MS - Alguns clubes da carreira: São Paulo, Torino, Palmeiras e Santos


8 - Vampeta - volante - 13/03/1974 - Marcos André Batista Santos - Nazaré das Farinhas/BA - Alguns clubes da carreira: Vitória, Fluminense, PSV e Corínthians


9 - Careca - atacante - 05/10/1960 - Antônio de Oliveira Filho - Araraquara/SP - Alguns clubes da carreira: Guarani, São Paulo, Napoli e Kashiwa Reysol


10 - Zico - meia - 03/03/1953 - Arthur Antunes Coimbra - Rio de Janeiro/RJ - Alguns clubes da carreira: Flamengo, Udinese e Kashima Antlers


11 - Kaká - meia - 22/04/1982 - Ricardo Izecson dos Santos Leite - Gama/DF - Alguns clubes da carreira: São Paulo, Milan e Real Madrid


Treinador - Dunga - 31/10/1962 - Carlos Caetano Bledorn Verri - Ijuí/RS - Alguns clubes da carreira: Internacional, Fiorentina, Stuttgart e Jubilo Iwata


Dá um bom time, fala verdade... e acho que é melhor do que um time com Gustavo Scarpa, Stéfano Yuri, Diego Souza Silva, Diego Souza Santos e cia...


Em breve volto com mais curiosidades sobre o nome dos jogadores.


Fui!

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Copa América 2015

Fala galera! A Conmebol divulgou anteontem a divisão dos potes para os sorteios dos grupos da Copa América 2015, a 44ª edição da competição, que acontecerá no Chile entre os dias 11 de junho e 4 de julho. Ao todo são 12 seleções na disputa dividas em 3 chaves com 4 cada.

Para definir os cabeças de chave pesou a tradição e o fator casa. O Chile, que sedia a competição, divide o pote com Argentina e Brasil, deixando o Uruguai, atual campeão, de fora. A partir daí o ranking da Fifa foi considerado, e a divisão dos potes ficou a seguinte:

Cabeças de Chave -->  Chile -- Argentina -- Brasil
Pote 1 -->  Colômbia (3º) -- Uruguai (8º) -- México (17º)
Pote 2 -->  Equador (27º) -- Peru (54º) -- Paraguai (76º)
Pote 3 -->  Venezuela (85º) -- Bolívia (103º) -- Jamaica (113º)

O formato da competição permanece o mesmo, com os dois melhores de cada grupo se classificando para as quartas, assim como os dois melhores terceiros colocados.

Analisando a divisão dos potes, podemos concluir que o Brasil tem dois cenários distintos para esse sorteio. No pote 1 acredito que o Uruguai possa ser o adversário mais fraco na atualidade, mesmo contanto com Cavani e Suárez. México sempre nos complica e a Colômbia segue melhorando, e contará com Falcão Garcia, que não veio ao Mundial.

No pote 2 eu prefiro que venha o Peru. O Paraguai seria uma opção interessante pela recente crise em seu futebol, mas bem ou mal, é o Paraguai, seleção tradicional. Como maior força desse pote eu vejo o Equador.

Já no 3º pote eu fico com a Jamaica com certeza e como segunda opção a Bolívia. Venezuela vem crescendo e se torna a opção mais forte.

Resumindo tudo o que falamos, na melhor das hipóteses teremos Uruguai, Peru e Jamaica em nosso grupo, e na pior das hipóteses ficaríamos com Colômbia, Equador e Venezuela. Nada muito complicado, mas como estamos com um time em formação, qualquer resultado negativo pode atrapalhar a continuidade do trabalho, então é bom não abusar.

O sorteio acontecerá no próximo dia 24 de novembro. E pra vocês? Qual seria a formação mais fácil para o Brasil? E a mais difícil?

É com vocês!

Fui!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Confusão Brasileira no Futebol

Fala galera! As competições nacionais vão chegando ao final, faltam poucas rodadas para o fim do Brasileirão e chegamos à decisão da Copa do Brasil, também estamos nas semifinais da Copa Sulamericana, onde o São Paulo busca seu segundo título e uma vaga na Libertadores.

E é justamente as 5 vagas na Libertadores de 2015 que estão gerando mais polêmica nos últimos dias.

Primeiro vamos explicar como funciona. O Brasil tem ao todo 5 vagas garantidas na competição, o campeão da Copa do Brasil se garante direto na fase de grupos, assim como os três primeiros colocados do Brasileirão, já o 4º colocado no Campeonato Brasileiro entra na chamada pré-Libertadores, ou seja, uma fase preliminar da competição. Então essa é a classificação padrão.

Porém, com a presença de São Paulo, Cruzeiro e Atlético Mineiro nas decisões das Copas, o famoso G4 pode virar G3 ou até mesmo G5, dependendo do que acontecer. E aí que a CBF começa a se complicar. Matéria publicada pelo site UOL ontem, segunda-feira, dá conta de que o Atlético Mineiro já estaria garantido na competição continental caso o Cruzeiro conquiste o Brasileirão, já que o Galo herdaria a vaga da Copa do Brasil automaticamente.

Acontece que nunca funcionou assim o regulamento... Em 2003, por exemplo, o Cruzeiro venceu tanto o Brasileirão quanto a Copa do Brasil, feito inédito em nosso país, e abriu uma próxima vaga pelo Brasileiro, e não para o vice da Copa, que na ocasião também foi o Flamengo. Outra situação parecida aconteceu ano passado, quando o mesmo Flamengo disputou a final com o Atlético Paranaense. Hora alguma se cogitou a hipótese do Flamengo herdar a vaga caso o Furacão conseguisse a mesma pelo Brasileirão.

Minha opinião é que o regulamento não deverá ser alterado em cima da hora, não acredito nisso, e com base nos fatos históricos passo pra vocês quais as situações que poderão acontecer para a definição dessa vaga.

Caso o São Paulo seja campeão da Copa Sulamericana
O campeão da Copa do Brasil está classificado e os 3 melhores colocados do Brasileirão excluindo o campeão da Copa do Brasil e o São Paulo estão na Libertadores (ou na pré). Por exemplo: Hoje temos Cruzeiro em primeiro e São Paulo em segundo. Se o Cruzeiro papar a Copa do Brasil e o São Paulo a Sulamericana, iriam pra Libertadores o 3º, o 4º e o 5º do Brasileirão. Caso o campeão da Copa do Brasil seja o Atlético, pela situação de momento, iriam 1º, 3º e 5º do Brasileirão.

Caso o São Paulo não vença a Copa Sulamericana
O campeão da Copa do Brasil está classificado e os 4 melhores colocados do Brasileirão excluindo o campeão da Copa do Brasil está na Libertadores (ou na pré). Por exemplo: Hoje temos Cruzeiro em primeiro. Se o Cruzeiro papar a Copa do Brasil, iriam pra Libertadores o 2º, 3º, o 4º e o 5º do Brasileirão. Caso o campeão da Copa do Brasil seja o Atlético, pela situação de momento, iriam 1º, 2º, 3º e 5º do Brasileirão.

Ainda surge uma outra situação caso a CBF mude a definição das vagas. E se o Atlético se garantir também pelo Brasileirão? Santos e Flamengo disputariam a vaga da Copa do Brasil? Provavelmente não...

Acho que não tem muito segredo, se fugir desse padrão a CBF caminha para mais um ano de polêmicas na reta final do Brasileirão. Espero que com essa explicação eu tenha "dado uma luz" para os leitores e que não mudem a regra do jogo com ele praticamente concluído.

Mas quando se trata de CBF, tudo é possível...

Fui

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