sexta-feira, 18 de agosto de 2017

JF Vôlei de cara nova

Na manhã da última quinta (17), a diretoria do Juiz de Fora Vôlei apresentou a nova identidade visual que será utilizada a partir da temporada 2017/2018. O novo escudo foi divulgado em evento realizado no Salão Nobre da Santa Casa de Misericórdia, que contou com a presenta dos atletas, comissão técnica e patrocinadores do projeto.


1 - A nova logo do JF Vôlei // 2 - Atletas e patrocinadores posam para foto // 3 - O elenco do JF Vôlei // 4 - Luiz Henrique e Heuder Santana, da Brasil Imóveis, patrocinadora da equipe, posam com o treinador Henrique Furtado, Maurício Bara e Heglison Toledo. Fotos 1/2/3: JF Vôlei // Foto 4: Resenha Esportiva

REFORÇO DE PESO

Maurício Bara, diretor técnico da equipe, aproveitou a oportunidade para anunciar a chegada de um grande reforço, o oposto venezuelano Emerson Rodriguez, de 25 anos, que foi destaque da Vinotinto no último sulamericano disputado recentemente no Chile. O atleta chega no início do mês de setembro, após a disputa do Pré-Mundial que será jogado na Argentina, e vem para suprir uma posição carente no elenco.

- Não íamos anunciar agora, mas durante a final do Sulamericano, o Marco Freitas, do Sportv, deu a informação na transmissão. Recebi uma ligação e tive que confirmar a negociação. Ele vê o Brasil como grande oportunidade de crescimento para a carreira - disse o diretor, que conta com o jogador para a estréia do Mineiro contra o Sada, no dia 8 de setembro.

O treinador do JF Vôlei, Henrique Furtado, também falou sobre o novo reforço, que segundo ele chegou a ser cotado para integrar o elenco na temporada passada, quando a equipe acabou fechando a contratação de Renan Buiatti para a posição.


Emerson Rodrigues em ação pela Venezuela. Foto: @FVVOFICIAL
- Emerson é jovem e tem muito potencial. Conheço ele há dois anos, foi indicado pelo ex-capitão da Seleção da Venezuela, só que durante as conversas com ele surgiu a oportunidade de contratar o Renan, e optamos por ele. Ele estava na Indonésia, é uma outra intensidade de trabalho, acredito que tem muito a crescer no Brasil.

ELENCO ESTACIONADO

Com a contratação do oposto venezuelano, o elenco do JF Vôlei está fechado para a primeira etapa da temporada e somente com o aporte de algum novo patrocinador que seria possível novas contratações.

- Não vou dizer que está tudo fechado, está estacionado, mas com a nossa realidade, trabalhando com um orçamento na casa de 30 a 35 mil por mês, não temos como trazer mais ninguém. Se chegar algum novo recurso, as coisas podem mudar. Precisamos de um novo oposto? Sim. Precisamos de um um quarto central? Sim. Mas é o que podemos fazer no momento - disse Maurício Bara.

O elenco será composto pelos seguintes jogadores:
Levantadores: Adami e Felipe
Oposto: Emerson Rodrigues
Centrais: Bruno, Franco e Matheuzão
Ponteiros: Rammé, Raphael, Leozinho e Vítor
Líberos: Juan e Athos

EMPRESAS ABRAÇAM O PROJETO

Visando a perenidade do projeto, o Juiz de Fora aproveitou a oportunidade para anunciar os patrocinadores que já fecharam apoio à equipe nessa temporada e a intenção da diretoria é fortalecer a parceria para que em janeiro, já seja possível garantir a continuidade da equipe na temporada 2018/2019, diferente do que aconteceu em anos anteriores, quando apenas na reta final de inscrição foi possível garantir presença.

- Estou aliviado para manter o que a gente tem hoje, mas ainda muito abaixo do que a gente vem conversando com vocês durante muito tempo. Não conseguimos 40% do que a gente projetou. Acredito muito no elenco, mas precisamos captar novos patrocinadores pra sair da faixa do alívio e buscar alguma coisa,. alcançando essa marca, quero poder já em janeiro anunciar que temos mais uma temporada garantida. Nos anos anteriores perdemos muitos atletas que queriam jogar aqui por um valor baixo porque não estávamos garantidos. Se entrarmos mais cedo no mercado, as coisas melhoram bastante. Estamos buscando novas soluções para gerar recurso - finalizou Bara.

Patrocinadores confirmados para a temporada 2017/2018: Clínica Ortra, Clube Bom Pastor, Coalhadas, Plasc, Caes, TV Integração, Fibratech, Elshadai, Sada Cruzeiro, O Tempo, Suprema, Kerus, Rezato, Bretas, Proscan, ABC, Powerline, Sesi, Studio for Life, Guaramil, Agência 909, Brasil Imóveis, HM Uniformes, Cirúrgica Equilíbrio e Lavar.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Times do Cartola: Castelo de Grayskull FC

Fala galera! Com o sucesso da Liga Resenha Esportiva no Cartola, comecei a me perguntar porque cada uma das equipes tem aquele nome. A minha eu sei, óbvio, e vou contar pra vocês em breve. mas resolvi convidar o Igor, "manager" do Castelo de Grayskull FC, atual líder da Série C da nossa liga, para iniciar a brincadeira.

Vamos ver um pouco da história dessa equipe que não começou no futebol virtual.

Igor e sua trupe no comando do Castelo
O nome da equipe surgiu de forma um tanto quanto comum. A história começa em março de 2011, quando um grupo de amigos resolve montar um time de jogadores "encostados" na cidade de Estrela Dalva/MG. Para tornar a equipe um pouco mais competitiva, "apelaram" para o reforço de alguns atletas ainda ativos como Luiz Victor, Lucas Cardoso, Paulo Victor e Marcus Vinicius.

Em uma mesa de bar, como surge a maioria dos times de várzea, depois de muita conversa, eis que destaca-se um dilema: Qual seria o nome da equipe?

Após horas de conversa, decidiu-se que em homenagem à estrela da equipe na época, o craque da cabeleira longa e loira, assemelhando-se ao herói dos quadrinhos e das telas das suas manhãs de sábado, se inicia a trajetória do Castelo de Grayskull Futebol Clube, com Lucas Cardoso representando o He-Man.

A partir de então, a equipe começou a agregar jogadores do município que se encantaram com a organização e desenvolvimento inicial do time que sempre usava da irreverência para se promover.

Em seis anos de existência o Castelo venceu três edições do Copão Regional Entre Amigos, competição disputada na região de Estrela Dalva e que tem Igor, o presidente do Castelo, como um dor organizadores. #polêmica

Além disso, o que é considerado a maior conquista da equipe foi o campeonato municipal de 2015, quando venceu na decisão a equipe "bancada" pela Prefeitura local, o Clube Atlético Brasil. Ainda venceriam o torneio da Baviera, disputado em Volta Grande, cidade vizinha.

Como forma de homenagem à equipe de amigos, Igor Mendes, resolveu dar o mesmo nome ao seu time na Liga da Resenha Esportiva do Cartola. Com uma alcunha de peso, a equipe patinou na primeira temporada, mas vem forte em busca do tão sonhado acesso em 2017. Como meta, Igor pretende levar o Castelo até a Série A da Liga em no máximo cinco anos. Uma tarefa nada difícil pra quem tem como lema uma frase do antigo presidente: O objetivo deve ser sempre maior que as possibilidades!

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Rueda: rei ou rato?

Fala galera! Aparentemente está tudo certo para a chegada do colombiano Reinaldo Rueda, ex-treinador do Atlético Nacional, da Colômbia, ao comando do Flamengo. Ao que tudo indica, o treinador desembarca no Rio no próximo sábado para assinar o contrato. Junto com ele chegam mais dois auxiliares para compor a comissão técnica.

O colombiano vem de passagem de sucesso pelo Nacional, onde conquistou a Libertadores de 2016 e a Recopa de 2017, além de dois Campeonatos Colombianos, uma Copa da Colômbia e uma Superliga. Antes disso passou pelas seleções de Honduras, Colômbia e Equador, sempre com um trabalho no mínimo aceitável, mas será que essas credenciais bastam para ter sucesso no Brasil? Mais do que isso... basta para ter sucesso no Flamengo, onde a pressão caminha junto com os resultados da equipe?

Em um passado não muito distante outros treinadores estrangeiros se aventuraram pelas terras tupiniquins. Gareca, Osorio, Bauza, Paulo Bento, Aguirre, Fossatti, Rojas, Petkovic, Matthäus, Passarella, Darío Pereyra, Miguel Ángel Portugal, Juan Carrasco e Sergio Vieira, esses são alguns que passaram pelo país nos últimos anos. Uns com história em outros países, outros tentando seu primeiro bom trabalho aqui no Brasil, podemos afirmar que nenhum deles alcançou o resultado esperado, muitos ficaram pouquíssimo tempo, não permitido que colocassem sua filosofia em campo.

Será que a nossa expectativa em cima de treinadores estrangeiros é maior do que a que criamos com os “pratas da casa”? Será que a torcida do Flamengo, que supervaloriza seus jogadores antes mesmo de contratá-los, e ao primeiro sinal de falha já os crucificam, está preparada para aceitar o tempo que Rueda precisa para aplicar o seu perfil ao time? Será que estamos prontos para o intercâmbio técnico?


Será?

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Placar: Hino dos Times

Fala galera! Sou leitor da Revista Placar há muitos anos, assino desde Abril de 1995, quando a revista em mais uma (de muitas) metamorfose entrou com o lema "Futebol, Sexo e Rock´n Roll. De lá pra cá foram muitas edições históricas e conforme o tempo vai passando, mais saudade me dá daquela época. Hoje vou lembrar de uma edição que guardo até hoje (entre tantas).

Em 1996 a revista lançou a edição que vinha com o CD Hinos dos Grandes Brasileiros cantados por feras do rock e da MPB. Uma versão repaginada de cada um dos hinos de 15 grandes equipes do país, além do Rap das Torcidas, composição que abria a obra e pedia o fim da violência nos estádios.

Foi possível ouvir novas versões dos hinos de América, Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco, do Rio de Janeiro; Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, de São Paulo; Bahia e Vitória, da Bahia; Grêmio e Internacional, do Rio Grande do Sul; e Atlético e Cruzeiro, de Minas Gerais.

Entre os músicos se destacavam Tim Maia, na bela versão do belo hino do América do Rio, Beth Carvalho, Evandro Mesquita, João Penca e Roger, do Ultraje a Rigor. 

A edição teve 300 mil unidades vendidas, algo inimaginável nos dias de hoje, e nasceu de uma ideia de Marcelo Duarte, então repórter de Placar, que leu uma nota em um jornal do Rio, falando que o músico Pierre Aderne tinha a intenção de montar um projeto desse porte. Após conversas, o projeto saiu do papel e se tornou o sucesso que foi.

Esgotadas as edições, Placar tentou produzir mais discos, porém, o autor do hino do Palmeiras, Antônio Sergi, não gostou da versão gravada por João Gordo, e negou a autorização para a produção de mais CDs.

Em 2004 a revista lançaria uma nova edição com novas regravações, mas sem o mesmo sucesso da Versão 1996.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Liga Resenha Esportiva - Cartola - Final do 1º Turno

Final do 1º Turno e a nossa liga tem os primeiros premiados definidos. Também chegamos à segunda fase da Copa Cunha Licores, a competição está afunilando.

Os premiados entrem em contato comigo informando a conta para que eu possa depositar o prêmio de cada um.

Parabéns e obrigado a todos os participantes que fazem dessa liga um sucesso!

Que venha o 2º turno!

Apoio:
Copão Regional
Cervejaria Duvale
Cunha Licores Artesanais
Grupo Alquimia


















quarta-feira, 2 de agosto de 2017

terça-feira, 1 de agosto de 2017

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Mundial de Natação

Chegou ao fim mais um Mundial de Esportes Aquáticos, um grandioso evento organizado pela Federação Internacional de Natação (FINA). Em duas semanas são seis esportes com seus campeonatos mundiais: salto em penhasco, nado sincronizado, saltos ornamentais, pólo aquático, maratonas aquáticas e um dos mais belos esportes, a natação.

É sobre ela que quero falar hoje, sobre o desempenho do time brasileiro nas águas da Arena Danubio, em Budapest (Hungria). Depois de um Jogos Olímpicos sediados no Rio de Janeiro com nenhuma medalha conquistada nas piscinas, o Brasil tinha muito a se provar nesse campeonato, e assim o fez.


Revezamento brasileiro garantiu a prata
no 4x100m livre  (Foto: Satiro Sodré)
Logo no primeiro dia de competições conquistou a medalha de prata no revezamento 4x100m livre, batendo seleções como a australiana e a francesa que são muito fortes na prova. O time brasileiro começou o campeonato atingindo a melhor marca do revezamento nacional em campeonatos mundiais e quase batendo os campeões Estados Unidos.

Houve também duas pratas em provas não olímpicas, o que deixa um gostinho amargo de que elas poderiam ser disputadas em Tóquio 2020. Nicholas Santos ganhou a primeira delas, no 50m borboleta, onde foi derrotado por um dos grandes nadadores desses tempos, o britânico Ben Proud; dias depois João Gomes Jr. foi o campeão dos mortais na prova dos 50m peito, perdendo para o alien Adam Peaty, bicampeão e dono do recorde mundial.

Ainda faltava a medalha que não veio em Kazan dois anos atrás, o ouro no 50m costas (também não olímpica) feminino com Etiene Medeiros. E ele veio, após a pernambucana derrotar a chinesa que tanto a atormentou, Fu Yuanhui, pela primeira vez, uma brasileira era ouro em Campeonatos Mundiais de Natação.

Dessa vez, Etiene subiu um degrau e
foi ouro em Budapest  (Foto: Satiro Sodré)
Para fechar as medalhas, ainda teve a prata de Bruno Fratus no 50m livre, que garantiu o Brasil pelo quinto pódio consecutivo nessa prova, mas sobretudo foi o melhor tempo da carreira de Fratus, que perdeu para o cara desse Mundial: Caeleb Remel Dressel.

A figurinha desse Mundial era estreante. Sim, o norte americano nunca havia disputado o torneio e logo que estreou, fez história. Sete ouros em sete oportunidades: 50m e 100m livre, 100m borboleta, revezamentos 4x100m livre e medley masculino e misto. Com 20 anos, ele igualou Michael Phelps como o recordista de ouros em uma edição, o que faz os holofotes irem para ele, com toda razão. Com uma largada muito forte, ele já começa com meio corpo de vantagem e, mantendo isso, fará história.

Alguns outros nomes se destacaram em Budapest. Sarah Sjostrom bateu o recorde mundial das provas de 50m e 100m livre (sendo campeã na primeira), além de ter levado o ouro nas de 50m e 100m borboleta. Katinka Hosszu, a húngara, que fez a alegria da torcida local, ganhando as provas de 200m e 400m medley, assim como Chase Kalisz fez no masculino.

Muitos esperavam um Mundial mais fraco, por ser ano pós olímpico, o que seria uma frustração pelos resultados decepcionantes no anterior, Kazan 2015. Mas o que se viu, foi um torneio muito bom, com nível altíssimo (se aproximando de Rio 2016 nos tempos) e uma promessa de ciclo olímpico fortíssimo.

Time Brasil no Campeonato Mundial de Natação (Foto: Satiro Sodré)
Com a delegação mais enxuta, o Brasil foi melhor que na Rússia e garantiu o seu quarto campeão mundial com Etiene. Além dela, Ricardo Prado, César Cielo e Felipe França já levaram o ouro para casa em outros campeonatos. Após as crises Rio 2016 e principalmente na CBDA, um discurso de equipe foi muito presente, o que alimenta as esperanças para Tóquio 2020.

Enfim,

Köszönöm Magyarország, 2019 광주!
(Obrigado Hungria, até 2019 Gwangju - próxima sede do Campeonato Mundial, na Coréia do Sul)

Enrico Monteiro

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